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·22 de maio de 2026
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Em premiação realizada na Espanha, nesta quinta-feira (21), três brasileiros levaram o prêmio de Melhor do Mundo no beach soccer em 2025. O pivô Rodrigo, do Flamengo e tricampeão do mundo pela Seleção Brasileira, ficou com o troféu de melhor jogador pela segunda vez em três anos - já havia levado em 2023. Já os goleiros Bobô, do Sampaio Corrêa, e Lelê Lopes, do São Pedro-ES, foram agraciados pela primeira vez na carreira como os melhores de sua posição.
“Agradeço a Deus por ter me coroado com esse prêmio. Um ano complicado com algumas lesões, incluindo durante a Copa do Mundo, onde mesmo jogando machucado eu consegui ser campeão do mundo, ajudando meu país a conquistar o hepta com três gols na final e sendo capitão. Foi um ano especial para o beach soccer brasileiro com todo o apoio dado pela CBF, que culminou com a conquista do título mundial. Dedico esse prêmio à minha família, minha esposa, meu filho, meus pais, que torcem por mim incondicionalmente. E também aos meus companheiros e comissão técnica dos clubes e da Seleção Brasileira. Esse prêmio é pra todos eles”, disse Rodrigo, que viu dois grandes amigos concorrendo ao troféu, o seu companheiro de clube e de seleção Thanger e o luso-brasileiro Bê Martins, que levou o prêmio em 2024.
rasileiros ganham prêmio de Melhor do Mundo na EspanhaCréditos: Divulgação/BSWW
Emocionado pela coroação, o goleiro Bobô lembrou de todos que o ajudaram a chegar lá.
“Esse foi o terceiro ano seguido entre os três melhores do ano e agora essa premiação aconteceu. É um momento muito emocionante que me faz relembrar tudo o que eu já passei para conseguir ter a carreira que eu tenho hoje. Agradeço ao Governo do Maranhão e à Federação Maranhense de Beach Soccer por sempre me apoiarem, aos meus companheiros e treinadores da minha equipe, o Samapio Corrêa, e à diretoria de beach soccer da CBF por todo o trabalho feito junto às seleções”, disse o camisa 12, bicampeão do mundo.
Lelê Lopes aproveitou o momento para ressaltar o momento importante do beach soccer feminino e a vontade de todos de verem a primeira Copa do Mundo entre as mulheres.
“Essa premiação é dedicada a muitas pessoas. Minha mãe, que me apoia incondicionalmente, à técnica Rose Andrade, que hoje está na Seleção Brasileira, mas em 2022, quando era técnica do São Pedro, me convidou para o time quando eu pensei em parar de jogar. Agradeço ao apoio da CBF também, que vem tratando do beach soccer feminino com muito carinho e igualdade em relação ao masculino. Aproveito o momento para reforçar que já passou da hora de termos a primeira Copa do Mundo feminina. Temos seleções, atletas de ponta e muita vontade de fazer isso acontecer”, disse a capixaba, que esteve presente na primeira seleção feminina da história, em 2019, e hoje é uma das grandes referências da modalidade.
Brasileiros ganham prêmio de Melhor do Mundo na EspanhaCréditos: Divulgação/BSWW
Outros brasileiros também se destacam
A cerimônia realizada pela Beach Soccer Worldwide (BSWW), maior empresa promotora de competições de beach soccer do mundo, também elegeu as Seleções do Ano nos dois naipes. E o Brasil foi destaque em ambos.
Entre os homens, a equipe teve Bobô, Thanger e Rodrigo, além dos brasileiros naturalizados Bê Martins (português) e Josep (italiano).
No feminino, a seleção contou com três capixabas: além de Lelê Lopes, a fixa Bárbara Colodetti, e a pivô Taii. As espanholas Adriana Manau e Andrea Mirón completaram o quinteto.
Bárbara Colodetti ainda esteve entre as três finalistas de Melhor Jogadora do Ano, mas a espanhola Andrea Mirón foi a eleita, interrompendo uma hegemonia brasileira, já que a maranhense Adriele havia conquistado o prêmio nas três últimas eleições (2022, 2023 e 2024).
CBF parabeniza atletas
O diretor de beach soccer da CBF, Mauro Carmélio, elogiou os atletas brasileiros e reforçou o empenho da instituição ao desenvolvimento da modalidade.
“Parabéns aos nossos jogadores e jogadoras. O momento do beach soccer brasileiro é especial. Não apenas pelos títulos conquistados em grupo ou esses prêmios individuais, que nos enchem de orgulho, evidentemente, mas sim por tudo o que vem acontecendo também internamente. Hoje a CBF tem uma diretriz clara de apoio à modalidade, temos comissões técnicas robustas, atletas satisfeitos e valorizados, relações claras e de muita parceria, calendário robusto para nossas três seleções. E ainda tem muito maia por vir, como competições nacionais, criação de mais uma seleção de base, entre outros. O futuro do beach soccer brasileiro é brilhante”, afirmou Mauro.
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