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·28 de abril de 2026

🤔 Brenner não engrena, e Vasco segue com ataque indefinido

Imagem do artigo:🤔 Brenner não engrena, e Vasco segue com ataque indefinido

A partida contra o Corinthians representou a primeira chance de Brenner como titular no Campeonato Brasileiro sob o comando de Renato Gaúcho.

No entanto, o atacante teve uma atuação discreta na Neo Química Arena, prolongando o maior dilema do treinador no Vasco: a definição do trio de ataque ideal.


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A ponta direita se consolidou como a grande incógnita da comissão técnica neste início de trabalho, como apontou uma reportagem do site ge.

Em nove rodadas disputadas pelo Brasileirão, Renato já testou quatro formações diferentes no setor ofensivo, mas nenhum dos escolhidos conseguiu se firmar como o parceiro ideal para Andrés Gómez e David.

O rodízio no ataque cruzmaltino

Até o momento, a distribuição de oportunidades no trio de frente ocorreu da seguinte forma:

  • Andrés Gómez, David e Nuno Moreira: 4 jogos
  • Andrés Gómez, David e Rojas: 3 jogos
  • Hinestroza, David e Nuno Moreira: 1 jogo (Hinestroza substituiu Gómez, que estava suspenso, no empate com o Coritiba)
  • Andrés Gómez, David e Brenner: 1 jogo

Das opções disponíveis para atuar pela direita, apenas Adson ainda não iniciou uma partida entre os titulares com Renato.

O atacante vem sendo acionado nos segundos tempos (entrou contra Palmeiras, Fluminense, São Paulo e Corinthians).

Na Neo Química Arena, ele substituiu Tchê Tchê e até deu mais intensidade ao setor, mas não o suficiente para levar perigo real ao gol adversário.

Com o esquema de três volantes adotado por Renato Gaúcho, os pontas ganharam ainda mais responsabilidade e protagonismo.

A falta de um titular confiável pela direita gerou um efeito em cadeia que afeta o Vasco em ambas as fases do jogo.

No ataque: um time "torto" Sem velocidade e presença pela direita, o Vasco concentra suas ações ofensivas quase exclusivamente pelo lado esquerdo.

As jogadas passam invariavelmente por Andrés Gómez e pelo lateral Cuiabano, muitas vezes com a aproximação de Thiago Mendes.

Essa dependência de um único lado torna os movimentos do time previsíveis e facilita a marcação rival.

Na defesa: avenida pelo lado direito Para tentar equilibrar o time sem a bola, Renato ajustou a estrutura tática a partir do clássico contra o Botafogo, incumbindo Tchê Tchê de preencher o lado direito defensivo (enquanto os pontas fecham a região central).

O problema é que o volante, além de apresentar menor intensidade física para a função, tem o costume de abandonar o setor para participar do jogo por dentro ou pela esquerda.

Quando o Vasco perde a bola, um grande espaço é deixado nas costas de Tchê Tchê, algo que vem sendo mapeado e explorado pelos adversários.

O reflexo mais recente dessa vulnerabilidade foi no duelo em Itaquera: o gol de Matheus Bidu, que garantiu a vitória do Corinthians, começou exatamente em uma jogada construída sobre o lado direito da defesa vascaína.


📸 Wagner Meier - 2026 Getty Images

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