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·14 de janeiro de 2026

Campanha por boicote à Copa do Mundo de 2026 ganha força nas redes

Imagem do artigo:Campanha por boicote à Copa do Mundo de 2026 ganha força nas redes

A Copa do Mundo de 2026 se aproxima e, paralelamente à expectativa esportiva, passa a conviver com uma campanha nas redes sociais que defende o boicote ao torneio, especialmente nos Estados Unidos, um dos três países-sede, ao lado de Canadá e México.

Enquanto seleções e torcedores voltam atenções para o evento, que começa em 11 de junho, no Estádio Azteca, no México, discussões fora de campo se intensificam. De um lado, cresce a análise sobre favoritos e possíveis surpresas da competição. De outro, avança um movimento virtual que questiona a realização do Mundial em território americano.


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Presidente americano Donald Trump recebeu da Fifa um prêmio pela paz mundial – Foto: Reprodução / Fifa

Apesar dos valores elevados, os ingressos seguem altamente disputados. Segundo a Fifa, a procura atingiu patamares históricos, com mais de 150 milhões de solicitações registradas em mais de 200 países. Um número muito superior à oferta disponível. Ainda assim, publicações nas redes sociais passaram a sustentar que milhares de torcedores teriam desistido de comparecer ao torneio.

Nesse contexto, surgiu a notícia de que cerca de 17 mil ingressos teriam sido cancelados por medo de ações do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE). A informação, amplamente compartilhada, passou a ganhar força diante da insegurança e repressão adotadas pelas políticas migratórias dos EUA.

Diante da repercussão, tanto a Fifa quanto veículos de comunicação e checadores de fatos esclareceram que não existe confirmação de cancelamentos massivos de ingressos. Nenhuma entidade oficial confirma o número de 17 mil desistências, e tal cenário, segundo especialistas, não condiz com a demanda recorde registrada até o momento.

Campanha se espalha nas redes

Ao mesmo tempo, hashtags como #BoycottWorldCup e #BoycottWorldCup2026 se espalharam em diferentes plataformas. Nessas mensagens, usuários criticam decisões políticas do governo americano e expressam receios quanto à segurança de estrangeiros durante o evento.

Além disso, algumas figuras públicas afirmaram ter cancelado viagens como forma de protesto. O diplomata libanês Mohamad Safa, por exemplo, disse ter desistido de ir ao torneio em razão das políticas migratórias dos EUA, classificando o país como um destino inseguro.

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