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·19 de agosto de 2026
Carlos Vicens olha para o Austria Wien: «Podem penalizar-nos nas transições ofensivas...»

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·19 de agosto de 2026

Carlos Vicens, treinador do SC Braga, realizou a habitual conferência de imprensa de antevisão ao jogo com o Austria Wien, que se realiza nesta quinta-feira, a partir das 20h00, no Estádio Municipal de Braga.
Encontro: «Queremos ser e oferecer a melhor versão que podemos, porque a ocasião merece isso. São 180 minutos de futebol e amanhã [quinta-feira] jogamos em casa, onde podemos apresentar uma versão ainda melhor, por exemplo, do que aquela que mostrámos na Bulgária, perante um adversário de bom nível.
É uma equipa que sai bem para os ataques rápidos, que ataca com muitos jogadores e que é bastante aguerrida. Pode penalizar-nos nas transições ofensivas, mas também através do ataque posicional, com muita gente a aparecer na área. Vamos precisar de um SC Braga muito bom para conseguir ultrapassar esta eliminatória.»
Intoxicação alimentar: «Estamos em contacto direto com o corpo médico, os timings foram variando: houve jogadores que se ressentiram logo na Bulgária, outros foram ficando condicionados progressivamente e, na segunda-feira, surgiram mais alguns casos. Ontem [terça-feira] não tivemos novas situações, o que é tranquilizador, e vamos perceber como estão todos ao longo do dia de hoje [quarta-feira].
Na segunda e na terça-feira, durante os treinos, os jogadores apresentaram-se mais frágeis e com menos energia, algo que acaba por ser natural nestas circunstâncias. Agora, vamos avaliar a condição de todos e espero que as decisões que tomarmos sejam motivadas por questões futebolísticas e não pelo estado físico dos jogadores.»
Austria Wien: «Temos de olhar para os diferentes contextos, cada equipa compete numa liga distinta e a realidade aqui é diferente. O Zeleznicar Pancevo estreou-se nas competições europeias, o Minsk apresenta uma boa organização defensiva e agora temos pela frente um adversário com jogadores provenientes dos campeonatos da Alemanha e da Áustria, que olha muito para a frente, privilegia as transições e não tem receio de arriscar, mesmo quando as coisas não correm como pretendido.
Acima de tudo, temos de saber adaptar-nos a cada rival e às diferentes culturas futebolísticas que encontramos.»







































