Revista Colorada
·09 de setembro de 2026
CBF oficializa: Carlos Vinicius deveria ser expulso no Grenal

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Pontos-chave
Reconhecimento da CBF sobre expulsão não aplicada a Vinicius
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CBF reconheceu que Carlos Vinicius deveria ter sido expulso aos 45 minutos do primeiro tempo por atingir o rosto de Bruno Gomes com o braço.
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Vinicius já havia recebido cartão amarelo aos 41 minutos; o lance analisado corresponderia a segundo cartão amarelo.
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Se expulso, Vinicius teria ficado suspenso e não jogaria a partida de volta entre Grêmio e Inter na Arena do Grêmio.
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Na partida de volta, Vinicius marcou dois gols na vitória do Grêmio por 3 a 1, assegurando classificação às semifinais.
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A Ouvidoria da CBF demorou 10 dias úteis para responder; o reconhecimento não alterou o resultado e não houve punição aos árbitros.
A CBF reconheceu oficialmente que o centroavante do Grêmio, Carlos Vinicius, deveria ter sido expulso na primeira partida do clássico das quartas de final da Copa do Brasil, disputada em 27 de agosto. Aos 45 minutos do primeiro tempo, Vinicius atingiu o rosto do volante Bruno Gomes com o braço durante uma disputa de bola.
O jogador já tinha recebido cartão amarelo aos 41 minutos, por envolvimento em uma discussão. O segundo amarelo o teria expulsado imediatamente.
Na avaliação técnica da CBF: “O jogador da equipe visitante faz uso ilegal dos braços na disputa e atua sem considerar o risco para o adversário, atingindo seu rosto com o braço. Falta passível de cartão amarelo, no caso em análise, segundo cartão amarelo”.
Expulso naquele momento, Vinicius ficaria suspenso para o jogo de volta das quartas. O centroavante, portanto, não estaria disponível no reencontro entre Grêmio e Inter, na Arena do Grêmio. Na partida, o atacante marcou dois gols na vitória gremista por 3 a 1 e garantiu a classificação às semifinais da Copa do Brasil.
O primeiro encontro, no Beira-Rio, terminou sem gols. Sem Vinicius, o Inter teria tido chances bem diferentes no jogo de volta.
A Ouvidoria da CBF levou 10 dias úteis para responder ao questionamento formal do Colorado sobre o erro de arbitragem. O reconhecimento foi oficial, mas não teve efeito prático: o resultado do jogo permanece inalterado, e nenhum membro da equipe de arbitragem será punido.
O árbitro Ramon Abatti Abel, responsável pela apitação, mantém sua posição normal. Os assistentes Thiaggo Americano Labes e Michael Stanislau, assim como o responsável pelo VAR Marco Aurelio Augusto Fazekas Ferreira, também permanecem sem sofrer qualquer sanção.
A CBF informa que a Ouvidoria é um instrumento de diálogo dos clubes. A Diretoria de Arbitragem afirma que não vê problemas em reconhecer os erros quando ocorrem.







































