Revista Colorada
·16 de fevereiro de 2026
CBF pode colocar regra no Brasileirão que evitaria queda do Inter em 2016

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2016 foi o ano de um dos momentos mais tristes na história do Internacional, a queda para segunda divisão do futebol brasileiro. O Clube do Povo encerrou a participação no Brasileirão na 17ª colocação, com 43 pontos. Assim, não teve jeito, o Colorado foi para a Série B. Mas, uma regra que pode ser implantada pela CBF em breve, salvaria o time do descenso.
Após avançar nos debates sobre Fair Play financeiro e profissionalização da arbitragem, a CBF pretende aprofundar e levar de vez à discussão a possibilidade de reduzir o número de rebaixamentos e acessos no Campeonato Brasileiro. O tema foi comunicado aos clubes da Série B em reunião realizada no último dia 5, indicando que a entidade pretende colocá-lo como uma das próximas pautas centrais.
A discussão sobre a quantidade de clubes rebaixados já vinha sendo levantada por dirigentes da Série A nos últimos anos e chegou a ser abordada em março do ano passado, ainda na gestão de Ednaldo Rodrigues. Agora, sob o comando de Samir Xaud, eleito em maio, a diretoria da CBF sinalizou aos clubes que pretende tratar o assunto de forma mais aprofundada.
Entre as propostas em debate está a redução de quatro para três rebaixados na Série A, o que automaticamente diminuiria também para três o número de acessos da Série B. Ainda não há calendário definido para novas reuniões nem prazo para eventual implementação de mudanças. Com isso, caso seja aprovado, o 17º não cairia, se fosse assim em 2016, o Inter se materia na elite.
O formato atual está em vigor desde 2004, quando quatro equipes passaram a ser rebaixadas pela primeira vez. O sistema de pontos corridos foi adotado em 2003, com queda de apenas dois clubes, e a Série A passou a contar com 20 participantes a partir de 2006.
Além desse tema, a CBF também pretende discutir outras questões polêmicas do futebol nacional, como o uso de gramados sintéticos e a possível redução do número de jogadores estrangeiros permitidos por partida.
Atualmente, nove atletas de fora do país podem ser relacionados, mas há pressão para diminuir esse limite, sob o argumento de que ele impacta negativamente a formação de jovens jogadores no Brasil.
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