Ceni valoriza atuação coletiva, mas rasga elogios a Gabigol e Arrascaeta

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Após a vitória de 2 a 1 sobre o Internacional, o que deixa o Flamengo com uma mão na taça do Campeonato Brasileiro, o treinador Rogério Ceni afirmou que o grande responsável pela virada do Flamengo no Maracanã, neste domingo, foi o coletivo. Ele destacou, aliás, que o dois gols do Rubro-Negro vieram em jogadas trabalhadas.

– Eu não sei de nenhum time que vence pela qualidade individual. Um time defende como um todo, ataca como um todo. O coletivo sempre prevalece no individual. Não tiremos o mérito da individualidade. Mas isso aqui é o Flamengo, tem grandes jogadores. Na minha concepção de vida, o trabalho em grupo é sempre mais importante do que as individualidades. As jogadas dos dois gols foram coletivas. – comentou Ceni, que vê o seu time chegar aos 71 pontos e para depende só de si para ser campeão. Na última rodada, o Flamengo visita o São Paulo, na próxima quinta-feira, às 21h30. Rogério é o maior ídolo do clube paulista.

– O Morumbi é inegável, faz parte da minha história. Eu tenho um respeito muito grande pelo São Paulo. Minha primeira parte da vida foi vivida lá. Agora estamos em uma nova fase. Agora quero reescrever minha história pelo Flamengo. É um time que nos fez sofrer bastante este ano, existiram derrotas doloridas para o São Paulo. Vamos para lá em busca da vitória, sempre com muito respeito – destacou o treinador.

Ainda sobre valores individuais e coletivos, ele rasgou elogios a Gabigol e Arrascaeta, que fizeram os gols da vitória.

Ele (Arrascaeta) é um jogador fundamental para nós. É um 10 de origem que às vezes joga pelo lado, às vezes pelo centro. Teve frieza para fazer o gol, para dar assistência. É um jogador diferenciado. Tenta muito, erra algumas, mas faz parte. Entrega sempre o máximo que pode dentro dos 90 minutos. (Gabigol) É um dos grandes jogadores do futebol brasileiro. Ele perto da área tem muita movimentação. Eu trabalho muito essas finalizações. Este ano, talvez o índice de finalização dele tenha caído um pouco, mas ele é muito decisivo. Todos têm importância. A força do Flamengo vem do grupo – concluiu