Club Deportivo Guadalajara
·25 de agosto de 2026
Chivas, um ataque que encontra respostas

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·25 de agosto de 2026

Há times que encontram o gol a partir de uma única referência. O Chivas, por outro lado, está construindo seu ataque por diferentes frentes e, por isso, a goleada por 5 a 2 sobre o Xolos não foi por acaso. O Rebanho encontrou respostas em diferentes áreas do campo e, neste início do Apertura 2026, vários de seus jogadores chamaram a responsabilidade para assumir protagonismo.
Um dos nomes que mais tem aproveitado sua oportunidade é Ricardo Marín. O atacante rubro-branco vive grande fase e respondeu com gols à confiança recebida de Gabriel Milito, tornando-se uma das principais referências do ataque do Guadalajara. Com 3 gols e 1 assistência em 160 minutos, o ‘4K’ se transformou em um perigo constante para as defesas adversárias e, além da sua capacidade de finalização, também demonstrou que pode participar da construção das jogadas.
E quando o assunto é desequilíbrio, Roberto ‘Piojo’ Alvarado segue sendo uma peça fundamental. O atacante rubro-branco iguala Marín com 3 gols no torneio, além de somar 1 assistência. Sua capacidade de atuar pelos dois lados do campo, trocar de posição e criar espaços dá ao Rebanho uma ferramenta diferente quando busca romper linhas e encontrar caminhos até o gol adversário.
Ao ataque também se somaram Diego Campillo e Santiago Sandoval, com 1 gol cada um. O primeiro demonstrou que sua contribuição pode ir muito além de suas responsabilidades defensivas e encontrou a maneira de aparecer na zona ofensiva e se tornar mais uma alternativa para o Guadalajara; além disso, já soma 1 assistência no torneio. Já Sandoval trouxe contundência e confirmou que os jovens rubro-brancos também podem ter um peso importante no funcionamento ofensivo da equipe.
Essa distribuição de gols e assistências reflete algo importante: o Chivas conta com recursos em diferentes setores do campo. A bola pode acabar nas redes por meio do seu centroavante, com a chegada de um defensor, com o desequilíbrio de seus pontas ou graças à aparição de seus jovens talentos. Não existe um único caminho para gerar perigo, e isso faz do Guadalajara uma equipe com cada vez mais alternativas.
Em boa medida, essa variedade está relacionada à estrutura flexível implementada por Gabriel Milito. A mobilidade de seus jogadores, a troca de posições e a capacidade de ocupar diferentes zonas fazem com que o Rebanho possa atacar de distintas formas e que os gols possam surgir de diferentes lugares. O Chivas pode encontrar espaços pelos lados, gerar superioridade por dentro, aproveitar as chegadas de trás ou acionar seus atacantes na zona de finalização.
Por isso, mais do que a quantidade de gols, o que se destaca neste início do AP26 é a forma como as responsabilidades ofensivas estão distribuídas. Marín, Alvarado, Campillo e Sandoval já balançaram as redes, enquanto os três primeiros também participaram diretamente da criação de gols com assistências.
A combinação desses nomes reflete algo importante: o Chivas não depende de um único nome para machucar. Tem jogadores capazes de marcar, assistir, criar espaços e aparecer em diferentes zonas do campo. A flexibilidade de sua estrutura permite diferentes caminhos para atacar e, consequentemente, distintas respostas quando um adversário tenta neutralizar alguma de suas vias ofensivas.
Com o AP26 ainda pela frente, o Rebanho segue ajustando seu ataque, mas os sinais são claros: o Guadalajara tem cada vez mais jogadores capazes de chamar a responsabilidade diante do gol adversário e uma estrutura que lhe permite encontrar soluções de diferentes maneiras.
Este artigo foi traduzido para o português por inteligência artificial. Você pode ler a versão original em 🇪🇸 neste link.







































