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·07 de janeiro de 2025
Com brasileiros eternizados, maior potência do futebol chinês fecha as portas

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Chegou ao fim a história do Guangzhou FC no futebol. Envolto em graves problemas financeiros, o antigo Guangzhou Evergrande foi dissolvido. Maior campeão chinês, o clube abarcou diversos expoentes do futebol brasileiro, como , o técnico , entre outros.
"Devido aos pesados encargos financeiros resultantes de temporadas anteriores, o clube não conseguiu pagar todas as dívidas dentro do prazo. Expressamos as nossas sinceras desculpas e agradecemos a compreensão e o perdão de todos os torcedores", diz o comunicado em forma de despedida.
O time da cidade de Guangzhou se notabilizou no início da década passada. Foram oito títulos em nove anos, entre 2011 e 2019, além de dois troféus da Liga dos Campeões da Ásia.
Nesse período, com forte investimento do governo chinês no futebol, o então Guangzhou Evergrande realizou contratações de peso. Além dos citados Paulinho e Felipão, o plantel da equipe contou com jogadores como Ricardo Goulart, Elkeson, Anderson Talisca e Robinho.
Outro jogador de relação forte com o futebol brasileiro, o meia argentino Darío Conca também ganhou evidência depois de deixar o Fluminense e rumar à China. Na altura, o jogador se tornou o terceiro atleta mais bem pago do mundo. Conca recebia salários inferiores apenas aos de Cristiano Ronaldo e Lionel Messi.
A história do Guangzhou Evergrande e, do futebol chinês como um todo, mudou com a pandemia. A crise financeira no país e o enfraquecimento do Evergrande Real Estate Group, investidor do ramo imobiliário, acabaram por trazer consequências irremediáveis.
Nesse ínterim, a federação de futebol da China ainda obrigou que as agremiações não adotassem nomes atrelados aos patrocinadores. Com outras prioridades, o governo do país acabou por "fechar a torneira" no investimento com o futebol.
Em 2022, o já Guangzhou FC acabou rebaixado para a segunda divisão e de lá não mais saiu. Na última temporada, a equipe ficou perto de retornar à elite, com o terceiro posto na disputa.
Fora de campo, os problemas eram ainda maiores. Desde a Covid-19, diversos clubes declararam insolvência e o Guangzhou é mais um deles. Somente em 2021, a dívida do clube foi de cerca de 300 milhões de euros. Eldorado da Bola há bem pouco tempo, o futuro da futebol chinês se avizinha sombrio.
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