Jogada10
·30 de julho de 2026
Com Galvão Bueno de sócio, N Sports mira aporte de mais de R$ 152 milhões

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·30 de julho de 2026

A exposição alcançada pela N Sports durante a Copa do Mundo 2026 abriu novas etapas para empresa, que agora busca um aporte de até 30 milhões de dólares (R$ 152,6 milhões) para acelerar seu crescimento no mercado esportivo. Com Galvão Bueno como sócio, a companhia passou a negociar com investidores após a transmissão de 32 partidas do Mundial, em parceria com o SBT.
O desempenho durante a Copa do Mundo ampliou o alcance da marca e fortaleceu a presença da N Sports nas plataformas digitais. Segundo a empresa, a performance atraiu o interesse de investidores locais e internacionais em meio a um cenário cada vez mais disputado no mercado de transmissões esportivas.
A N Sports contará com a Galapagos Capital para conduzir essa operação. Seguindo o acordo entre as partes, a instituição ficará responsável por estruturar a captação, que busca levantar entre 20 milhões e 30 milhões de dólares com investidores da “growth equity”, ou capital de crescimento, utilizada por empresas que pretendem ampliar suas operações.

Narrador fez parte do time do SBT para cobertura da Copa do Mundo 2026 – Foto: Reprodução/ Instagram SBT Sports
O planejamento, claro, leva em consideração os desafios do setor, que vão desde o aumento da concorrência ao custo elevado dos direitos esportivos. Isso sem contar nas mudanças dos formatos de licitação. Além disso, a Galapagos ainda terá a função de selecionar possíveis parceiros estratégicos para o canal de TV fechada.
“O produto Copa atestou a capacidade de entrega da N Sports e abriu uma janela de oportunidades. Em pouco tempo, a assessoria da Galapagos já engajou conversas promissoras com investidores de referência locais e globais”, contou André Argolo, diretor de relações institucionais e direitos esportivos da N Sports, à Máquina do Esporte.
Já no pós-Copa, por exemplo, há uma dificuldade no fluxo de caixa. Ainda segundo o site Máquina do Esporte, apesar do aperto, a empresa ainda tem valores a receber referentes às cotas de patrocínios do Mundial. A divisão das receitas durante o torneio ficou em 74% para o SBT e 26% para a N Sports.
A N Sports chegou à vice-liderança entre os canais esportivos da TV por assinatura durante a Copa do Mundo. Para se ter ideia, a empresa só ficou atrás do SporTV, que detinha direitos de mais partidas.
No ambiente digital, a N Sports atingiu cerca de 600 milhões de visualizações, com 45 milhões de interações em 40 dias. Dados que representam uma taxa de engajamento de 6%.







































