Contra o Palmeiras, São Paulo finalizou metade do que costuma no Brasileirão

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O São Paulo teve um desempenho abaixo das expectativas no que diz respeito a finalizações no clássico contra o Palmeiras, no Morumbi. O time comandado pelo técnico interino Marcos Vizolli chutou sete bolas para o gol, três delas em direção do arco, e só conseguiu abrir o placar graças a um pênalti marcado pelo árbitro Leandro Vuaden.

A média de finalizações do São Paulo no Campeonato Brasileiro é de praticamente 15 por jogo, ou seja, o dobro do que foi apresentado por Daniel Alves e companhia no Choque-Rei em que o Tricolor tinha a obrigação de vencer para seguir sonhando com o título da competição.

“Quando você cria essa oportunidade, sete finalizações, três no gol, vê uma equipe que buscava o gol, a vitória. Essas trocas que acontecem são de acordo com o jogo. Cada jogo existe uma possibilidade de troca, de mudança. Aos dois minutos de jogo perdemos o Carneiro por uma pancada forte, tivemos que fazer uma outra estratégia, essa estratégia funcionou, tanto que até faltando dois minutos para acabar o jogo estávamos ganhando de um a zero”, comentou Marcos Vizolli.

De fato, o técnico interino do São Paulo não teve a oportunidade de ver sua equipe ideal em campo contra o Palmeiras, já que Carneiro, sua aposta, saiu logo no início do clássico. Mas, o número de finalizações abaixo da média também tem a ver com o “derretimento” das convicções de jogo da “Era Diniz”, vide Tiago Volpi, abusando dos chutões nos últimos compromissos do Tricolor.

Passado o empate em 1 a 1 com o Palmeiras, o São Paulo agora volta o foco para o já rebaixado Botafogo. Embora não tenha mais chance de título, o Tricolor precisa voltar a vencer no Engenhão, na próxima segunda-feira, para garantir a vaga direta à fase de grupos da Libertadores.