Esporte News Mundo
·16 de setembro de 2026
Copa do Brasil pode ter nova premiação após contrato milionário, diz jornalista

In partnership with
Yahoo sportsEsporte News Mundo
·16 de setembro de 2026

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) estuda alterar o modelo de distribuição da premiação da Copa do Brasil após o aumento significativo na receita obtida com a venda dos direitos de transmissão da competição. A informação foi publicada pelo jornalista Rodrigo Mattos, do UOL.
Atualmente, cerca de 80% da receita da competição é destinada aos clubes. No modelo vigente, o campeão recebe R$ 78 milhões, enquanto o vice-campeão fica com R$ 34 milhões.
Com o novo contrato de direitos, válido entre 2027 e 2030, a CBF pretende apresentar aos clubes uma nova proposta de divisão dos valores. A tendência é que o formato não mantenha a mesma estrutura utilizada atualmente.
Uma das mudanças estudadas pela entidade envolve a concentração da premiação no campeão. A CBF avalia reduzir a diferença entre os valores destinados às equipes de acordo com a fase alcançada na competição.
Caso o modelo atual fosse mantido diante da nova receita, o campeão poderia receber cerca de R$ 140 milhões. No entanto, esse não deve ser necessariamente o formato adotado pela entidade.
Além da premiação, parte do aumento da receita será destinada à produção própria das transmissões dos jogos. Esse será um novo custo para a CBF, que atualmente não arca com essa estrutura.
Clubes serão ouvidos
Os clubes participantes da Copa do Brasil serão consultados sobre a nova divisão da receita. Uma reunião está prevista para a próxima segunda-feira, quando as equipes poderão apresentar suas posições sobre o modelo.
Apesar da participação dos clubes na discussão, a decisão final sobre a distribuição dos valores caberá à CBF.
A CBF fechou a venda dos direitos de transmissão da Copa do Brasil para o período de 2027 a 2030 com um aumento de aproximadamente 80% na receita anual.
O valor, que atualmente gira em torno de R$ 600 milhões por ano, passará para pouco mais de R$ 1 bilhão anuais com o novo acordo.







































