Central do Timão
·31 de agosto de 2026
Corinthians define calendário e regras para eleição que escolherá presidente e 200 conselheiros

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·31 de agosto de 2026

Por Larissa Beppler e Henrique Vigliotti/Redação da Central do Timão
O Corinthians definiu o calendário e as regras para as eleições gerais de 2026, que escolherão o presidente, dois vice-presidentes da diretoria e 200 conselheiros trienais, além de 50 suplentes, para o mandato de 2027 a 2029. A informação foi divulgada primeiramente pelo Meu Timão e confirmada pela Central do Timão.
A eleição está prevista para 28 de novembro de 2026, das 9h às 17h, no Ginásio Wlamir Marques, no Parque São Jorge. Caso o Corinthians dispute a fase final da Copa Libertadores na mesma data, o pleito será transferido para o primeiro sábado subsequente. Os demais prazos do calendário eleitoral serão mantidos.

Foto: José Manoel Idalgo/Agência Corinthians
Poderão votar os associados maiores de 18 anos, admitidos há mais de cinco anos, com exceção dos Militantes e Dependentes de qualquer categoria. Também será necessário estar no pleno exercício dos direitos estatutários e quite com as obrigações financeiras até 28 de setembro. O voto por procuração permanece proibido.
O regimento também estabelece regras para a inscrição das chapas. As candidaturas à Diretoria deverão apresentar um projeto de administração para o clube, já as chapas ao Conselho Deliberativo deverão cumprir os requisitos previstos no estatuto vigente e no próprio regimento eleitoral. Para as chapas da diretoria, também existe a exigência de mínimo de 30% de candidatas mulheres, desde que atendidos os demais critérios de elegibilidade.
Os candidatos deverão apresentar certidões exigidas pela legislação eleitoral interna e pelo estatuto corinthiano. O documento prevê ainda períodos para impugnações e apresentação de defesa antes da homologação das candidaturas.
As chapas também terão de pagar uma taxa de inscrição destinada ao Fundo Eleitoral Extraordinário Excepcional. Para a disputa da Diretoria, o valor será de R$ 990, já as chapas ao Conselho Deliberativo deverão recolher R$ 6.025. Segundo o regimento, o dinheiro será destinado exclusivamente às despesas relacionadas ao processo eleitoral.
Durante a campanha, ficam proibidas práticas que possam constranger ou influenciar o eleitor no momento da votação, como “boca de urna”, distribuição de brindes, panfletos e outros materiais, além de eventos com alimentação gratuita. A Comissão Eleitoral poderá autorizar ações específicas de divulgação, desde que não comprometam a segurança ou favoreçam determinada candidatura de forma irregular.
A votação poderá ocorrer por meio eletrônico, caso exista viabilidade técnica e financeira para a utilização de um sistema seguro e auditável. Se isso não for possível, serão utilizadas urnas físicas e cédulas de papel. O resultado será declarado após a apuração e dependerá de homologação pelo presidente da Assembleia Geral. A posse dos eleitos está prevista para janeiro de 2027.
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