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Central do Timão

·27 de abril de 2026

Corinthians retoma tratativas com a Caixa e define prazos sobre naming rights da Arena

Imagem do artigo:Corinthians retoma tratativas com a Caixa e define prazos sobre naming rights da Arena

Por Fabio Luigi / Redação da Central do Timão

O Corinthians retomou as tratativas com a Caixa Econômica Federal para discutir o contrato de naming rights da Neo Química Arena. A Central do Timão apurou que, em reunião realizada na última quinta-feira (23), as conversas avançaram de maneira positiva para uma mudança no acordo.


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A reportagem também apurou que a diretoria do Corinthians, liderada pelo presidente Osmar Stabile, trabalha com a expectativa de que o clube tome uma decisão sobre o tema no prazo de até três meses. Vale lembrar que, anteriormente, o Alvinegro contratou uma consultoria especializada para realizar o valuation do estádio, estudo que avalia se o valor atualmente recebido está compatível com o potencial de faturamento da arena no mercado.

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Foto: José Manoel Idalgo/Agência Corinthians

Na negociação, o Corinthians tem como principal estratégia encontrar uma solução definitiva para o pagamento da dívida com a Caixa Econômica Federal, estimada em cerca de R$ 660 milhões, referente à construção da arena, inaugurada em 2014 para a Copa do Mundo FIFA 2014.

Outro fator que pode facilitar uma eventual mudança no acordo é a redução da multa rescisória com a Hypera Pharma, detentora da marca Neo Química, responsável pelos naming rights do estádio corinthiano. Desde agosto de 2025, esse valor passou a cair gradualmente e pode chegar ao patamar de R$ 50 milhões.

O atual acordo está em vigor desde setembro de 2020, quando Corinthians e a Hypera Pharma firmaram contrato que prevê o pagamento de R$ 300 milhões ao clube, divididos em 20 parcelas anuais de R$ 15 milhões. Com a correção monetária pelo IGP-M, o valor anual atualmente gira em torno de R$ 21 milhões.

Nas últimas semanas, vale destacar, o Corinthians anunciou a mudança da administradora da Neo Química Arena, que passou a ser conduzida pela Asaracok Asset Management e pela Genial Investimentos CVTM, em substituição à REAG. A antiga administradora é alvo de investigação do Ministério Público de São Paulo e do Gaeco no âmbito da operação Operação Carbono Oculto.

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