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·25 de abril de 2026

Corretora aciona Justiça e cobra comissão em patrocínio milionário do Flamengo

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Uma corretora de seguros entrou na Justiça contra o Flamengo e um dirigente do clube para tentar comprovar que participou diretamente da intermediação do contrato de patrocínio com a Hapvida, parceria anunciada no ano passado e avaliada em cerca de R$ 71,4 milhões ao longo de três temporadas.

A ação foi protocolada neste mês de abril e tem como autor Rodrigo Queiroz, representante da empresa, que alega ter atuado de forma decisiva para a concretização do acordo comercial entre o Rubro-Negro e a operadora de saúde.


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Segundo o processo, Rodrigo afirma que realizou a ponte entre as partes, participou de reuniões, encaminhou apresentações formais e acompanhou toda a negociação até o fechamento do contrato. Ele sustenta ainda que possuía uma carta de apresentação da própria Hapvida, além de uma declaração de agenciamento que reforçaria sua atuação no negócio.

De acordo com a alegação, os contatos com o Flamengo aconteciam principalmente por meio de conversas no WhatsApp com o diretor Fabio Palmer, vice-presidente do clube. Mesmo após a assinatura do contrato, a corretora afirma que não recebeu qualquer valor de comissão e, após tentativas sem sucesso de resolver a situação de forma amigável, decidiu recorrer ao Judiciário.

Como parte da ação, Rodrigo pediu acesso às conversas mantidas com Palmer para fortalecer sua argumentação. O dirigente já se manifestou no processo e anexou as mensagens, nas quais há registros de conversas sobre a negociação envolvendo a Hapvida.

O Flamengo, por sua vez, contestou a ação e argumentou que não deveria figurar como réu no processo. O clube sustenta que não formalizou qualquer conversa diretamente com o representante da corretora, afirmando que eventuais contatos ocorreram entre pessoas físicas e não com a instituição como pessoa jurídica.

Além disso, o Rubro-Negro apontou que não existe contrato formal de comissão ou qualquer documento que comprove uma obrigação financeira com a empresa autora da ação. O clube também destacou que os documentos apresentados seriam insuficientes para justificar a cobrança.

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