oGol.com.br
·29 de agosto de 2025
Criciúma marca de pênalti no apagar das luzes, vence o Remo e segue no G4

In partnership with
Yahoo sportsoGol.com.br
·29 de agosto de 2025
Era um empate monótono, até que o Tigre venceu no fim. O Remo começou em cima e teve as primeiras chances, mas o gol teimou em não sair. Acontece que, na segunda etapa, a produção de ambos caiu e tudo caminhava para um empate sem gols. Até que o Criciúma teve um pênalti para chamar de seu e Jean Carlos converteu. 1 a 0.
Agora, o Criciúma tem 39 pontos, mas segue na quarta colocação da Série B. Com chance de entrar no G4 em caso de vitória, o Remo ainda é o sexto colocado, com os mesmos 35 somados.
Apesar do mando ser remista, foi o Criciúma quem assustou primeiro no confronto. Aos 14 minutos, Diego Gonçalves recebeu a bola pelo meio, ajeitou a bola e bateu forte com perigo. Porém, a finalização promissora saiu pelo lado da trave e só assustou Marcelo Rangel.
O clube paraense tentou responder à altura na sequência, mas não levou tanto perigo. No minuto seguinte, Pedro Rocha recebeu na área, limpou a marcação, ajeitou para a direita e, cara a cara com o goleiro, mandou fraco. Um pouco mais tarde, Matheus Davó bateu colocado de fora e Alisson encaixou.
Aos poucos, os mandantes cresceram no confronto e passaram a assumir as rédeas. Foi aos 34 minutos que o gol paraense quase saiu: Pedro Rocha carregou a bola no ataque, esperou Marrony escapar pela direita e lançou o camisa 26, que recebeu e chutou forte, mas parou em grande defesa do goleiro.
Essa última foi a melhor chance da primeira etapa, mas nem por isso os donos de casa deixaram de ir atrás do tento. Já perto do fim dos 45 minutos iniciais, Davó saiu bem da pressão, avançou para o gol e bateu firme de canhota, mas mandou a bola para fora, sem grande perigo.
Em ritmo alto no começo da segunda etapa, o Remo por pouco não abriu o placar. Foi logo aos dois minutos que Davó escapou da marcação pela direita, ganhou metros com espaço e, na hora da finalização, mandou fraco. Feliz foi Alisson, que teve vida fácil e fez defesa segura.
Mesmo que o Leão tivesse mais posse de bola e ocupasse mais o ataque aos adversários, as chances de gol ficaram mais escassas. Eduardo Melo e Regis, que entraram na segunda etapa, tentavam assustar, mas não ofereciam reais perigos para o gol rival.
A realidade é que o fim do confronto esteve sem grandes emoções, mas os clubes tentaram. Com 34, Léo Naldi carregou com espaço, invadiu a área e bateu cruzado, mas errou o alvo e mandou pela linha de fundo. Oito minutos mais tarde, Pavani arriscou de muito longe e mandou para fora.
Foi só no fim dos acréscimos que o Tigre foi feliz no Mangueirão. Depois de uma análise longa no VAR, a arbitragem assinalou pênalti. Cobrança essa que Jean Carlos converteu batendo no canto direito e deu a vitória ao Criciúma no apagar das luzes. 1 a 0.