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·22 de junho de 2026

Cunha surfa no protagonismo de Vini e ultrapassa concorrentes no ataque

Imagem do artigo:Cunha surfa no protagonismo de Vini e ultrapassa concorrentes no ataque

Natural de João Pessoa e autor de dois gols na vitória do Brasil sobre o Haiti por 3 a 0, no último sábado (19), no Lincoln Financial Field, na Filadélfia (EUA), Matheus Cunha homenageou o surfe durantes as comemorações. Enquanto o país clama pelo ex-palmeirense Endrick, o atacante paraibano do Manchester United subiu na prancha, pegou a onda do protagonismo de Vini Júnior e superou os concorrentes de ataque. Sendo assim, o camisa 9 deve permanecer como titular na partida contra a Escócia, na próxima quarta-feira (24), no Hard Rock Stadium, em Miami, pela sequência do Grupo C da Copa do Mundo.

Antecessor de Cunha na Seleção Brasileira nos dois últimos embates, Igor Thiago não teve a leitura correta da arrebentação, perdeu o equilíbrio sobre a prancha e foi tragado pela maré alta. E olha que o mar não estava crowd!


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“Passo mais tempo vendo surfe do que futebol. O surfe está me ajudando. Procuro sempre praticá-lo quando tenho o tempo livre. É parte da minha vida. Um hobby e uma maneira de me desligar da rotina pesada que tenho como jogador de futebol. Recarrega as minhas energias”, comentou Cunha, amigo de Ítalo Ferreira, campeão olímpico no esporte.

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Cunha desliza sobre prancha invisível – Foto: Divulgação/Fifa

Cunha não sente o peso da camisa do Fenômeno

Enquanto o mar de Baía Formosa (RN) aguarda as manobras de Cunha no próximo mês, a Seleção Brasileira ganhou um nome importante para formar o trio ou quarteto de ataque, dependendo da escolha do técnico Carlo Ancelotti. O camisa 9, no entanto, precisa agradecer ao Malvadeza. Afinal, Vini arrumou o espaço necessário para os gols da fera, seja provocando o rebote do goleiro do Haiti ou encontrando o companheiro em condições para ser letal.

“Olhar tantos craques que usaram esse número… Uma honra. A pressão, no entanto, vai existir em qualquer número que usar. O Brasil tem várias ruas desenhadas. Vi meu rosto em vários lugares. É entender que estar aqui é um privilégio antes de uma pressão. Marcar na Copa do Mundo é tudo o que sonhei”, relatou

Matheus Cunha também facilitou o trabalho de Vini Júnior na equipe verde e amarela. Com a bola, o atacante surfista trabalhou por dentro, quase como um falso 9, para o craque do Real Madrid circular melhor pelo campo. Sem a pelota, Cunha também costuma fechar a marcação pelo lado esquerdo.

“Acho que, para esse jogo contra o Haiti, a posição de Matheus Cunha era boa para criar problemas para a defesa rival. Depois, ele filtrou muito bem os passes e entrou muito bem na posição. Pode ser uma opção. Não quero uma identidade clara, porque, no próximo jogo, já podemos mudar”, indicou o treinador da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti.

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