Dani Alves, Montoro e mais: quanto tempo de recuperação levaram outros jogadores com a fratura de Arrascaeta | OneFootball

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Jornal do Fla

·30 de abril de 2026

Dani Alves, Montoro e mais: quanto tempo de recuperação levaram outros jogadores com a fratura de Arrascaeta

Imagem do artigo:Dani Alves, Montoro e mais: quanto tempo de recuperação levaram outros jogadores com a fratura de Arrascaeta

A fratura na clavícula de Arrascaeta chocou a torcida do Flamengo, que se questiona: quanto tempo vai levar para ele voltar aos gramados? O prazo médio é de 45 dias, e o Departamento Médico trabalha com essa previsão mínima. Mas o histórico de outros atletas mostra que esse tempo pode variar.

O Jornal do Fla levantou o tempo que outros jogadores com a mesma fratura levaram até ter condições de retornar ao gramados. Existe um recorde recente que supera o de 45 dias no futebol brasileiro, mas outros nomes levaram mais tempo.


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O fisioterapeuta Hector Pelerano nos explicou que o prazo varia de acordo com a gravidade e a opção pela recuperação, seja ela conservadora ou com cirurgia.

Álvaro Montoro (Botafogo)

A melhor velocidade no retorno aos gramados após uma fratura na clavícula foi a de Álvaro Montoro, do Botafogo. O jovem argentino traz otimismo ao caso de Arrascaeta no Flamengo. Isso porque o atleta levou menos do que 45 dias: foram 42 dias até a volta aos gramados.

A fratura aconteceu em outubro de 2025, quando o atleta jogou pela Seleção Argentina Sub-20. Ele voltou ainda em novembro, jogando alguns minutos pela sua equipe após ser liberado pelo Departamento Médico.

Dani Alves (Barcelona)

O caso de Dani Alves foi um dos mais famosos. No Barcelona, em 2012, ele fraturou a clavícula em um treino no mês de maio. A liberação total só veio em julho, e ele perdeu a final da Copa do Rei daquela temporada, além de amistosos com a Seleção Brasileira.

O período parado já foi bem maior: Dani Alves levou 65 dias até o retorno aos gramados, ou seja, pouco mais de dois meses.

Léo (Cruzeiro)

O zagueiro Léo optou por tratamento conservador, ou seja, sem cirurgia, diferente de Arrascaeta. Isso contribuiu para que o tempo de recuperação fosse maior: foram 70 dias longe dos gramados.

A consolidação óssea demora mais nesse tipo de caso. Léo se lesionou em setembro de 2019 e voltou a treinar com o grupo dez semanas depois, em novembro.

Patryck Lanza (São Paulo)

No São Paulo, o lateral teve a recuperação mais longa da lista: ele enfrentou 94 dias de pausa, aproximadamente três meses.

A lesão aconteceu em agosto de 2024, contra o Palmeiras, e o retorno oficial, contra o Bragantino, se deu em novembro. Foi o processo mais lento depois de sofrer a queda grave que resultou na fratura da clavícula.

Arrascaeta, no Flamengo, tenta se aproximar do ‘modelo Montoro’

A ideia do procedimento cirúrgico é, justamente, chegar o mais próximo do ‘modelo Montoro’ de recuperação.

Isso porque a fixação da fratura com placas ou pinos permite que Arrascaeta siga mantendo ativiades físicas leves e aeróbicas, conforme apurou o Jornal do Fla. Dessa forma, Arrascaeta evita a perda do condicionamento, como aconteceu com os jogadores que demoraram mais a voltar aos gramados.


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