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·23 de abril de 2026
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A recente demissão de Liam Rosenior, anunciada na última quarta-feira (22), após apenas três meses de trabalho, expôs um problema crônico e caríssimo nos bastidores do Chelsea.
Com a alta rotatividade no comando técnico ao longo dos anos, o clube inglês ultrapassou a impressionante marca de 188 milhões de euros (cerca de R$ 1 bilhão) gastos exclusivamente com multas rescisórias.
Contratado em janeiro com a promessa de um projeto a longo prazo, Liam Rosenior, de 41 anos, assinou um vínculo válido até 2032.
Sua saída precoce pode gerar um rombo de até R$ 157 milhões aos cofres dos Blues.
Embora acordos desse porte costumem prever cláusulas que reduzam o montante final da indenização, teoricamente, o treinador tem o direito de receber o valor integral referente ao tempo restante de contrato.
Apesar do alto valor, Rosenior é apenas mais um nome em uma lista de indenizações astronômicas pagas pela diretoria londrina.
Somando suas duas demissões, José Mourinho (que atualmente comanda o Benfica) custou impressionantes € 36 milhões aos cofres do clube londrino.
O recorde absoluto pertence ao italiano Antonio Conte, mas o português José Mourinho também deixou marcas profundas no orçamento do clube em suas duas passagens.
Confira os valores das principais compensações pagas pelo Chelsea a ex-treinadores:

Enquanto a contabilidade lida com as cifras das rescisões, o futebol precisa seguir. Para a reta final da atual temporada, o auxiliar Calum McFarlane foi efetivado para comandar o elenco de forma interina.
Pensando no planejamento a partir de junho, o Chelsea já mapeia o mercado em busca de um novo comandante definitivo. Dois nomes despontam como favoritos nos bastidores:

📸 GLYN KIRK - AFP or licensors
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