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·13 de junho de 2026

Deniz Gul: “Para ser honesto, sempre quis jogar pela Turquia”

Imagem do artigo:Deniz Gul: “Para ser honesto, sempre quis jogar pela Turquia”

Deniz Gul, avançado do FC Porto, afirmou à Sport TV que sente ambição e orgulho por vestir a camisola da seleção da Turquia, um país que não está num Mundial desde 2002, quando o jogador ainda nem tinha nascido.

Com a vista virada para o futuro, Gul acredita no valor da equipa nacional e entende que, apesar das exigências da competição, a Turquia «pode passar o grupo». Para o atacante, estar nesta fase representa o cumprimento de um objetivo antigo, salientando que «sempre foi um sonho jogar no Mundial desde que era criança» e que está «muito feliz e orgulhoso» por ter conseguido essa proeza.


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A opção por representar a Turquia em vez da Suécia – país onde nasceu, cresceu e pela qual chegou a jogar nos escalões de formação – foi uma decisão tomada com o coração. Filho de pai turco e mãe sueca, Deniz Gul explicou que a ligação às suas raízes paternas sempre foi forte, mantendo o hábito de falar turco em casa. «Vou ser honesto, sempre quis jogar pela Turquia desde que era miúdo e, quando tive a oportunidade de mudar, fi-lo», reforçando que, embora mantenha gratidão pela formação recebida na Suécia, a sua preferência esteve sempre bem definida.

Apesar de viver em Portugal, o avançado faz questão de preservar as tradições da sua cultura. Um dos exemplos mais curiosos é a presença de kolonya à entrada da sua casa, um spray de álcool perfumado muito habitual nas habitações turcas para receber convidados. «Mal entras pela minha porta, tenho um spray de álcool para as mãos e isto é típico turco», revelou.

Para lá dos hábitos de higiene, a cozinha é o que mais lhe desperta saudade, destacando o Adana Kebab – carne de borrego grelhada e bem temperada – como o prato indispensável que «todos deveriam provar.»

Ao olhar para o percurso do futebol do seu país, destaca a chegada às meias-finais do Mundial de 2002 como o «ponto mais alto de sempre» e aponta Hakan Şukur como a grande referência histórica da seleção, descrevendo-o como «o herói dessa era».

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