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·15 de setembro de 2026
Derby em 1937: a “conta corrente” de Palestra x Corinthians

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Em 1937, A Gazeta publicou uma “conta corrente do Derby” com os jogos de Campeonato Paulista entre Palestra Italia e Corinthians desde 1917. O recorte reúne placares, partidas não disputadas, uma recapitulação estatística e séries históricas vistas pelos critérios daquele momento.
A página preservada no acervo histórico do Portal do Palestra é um documento sobre o clássico e também sobre a construção das estatísticas esportivas. Seus totais devem ser atribuídos ao jornal: regulamentos, partidas anuladas e critérios de contagem podem diferir das bases atuais.
A Gazeta, 1937: placares e recapitulação dos jogos de Campeonato Paulista entre Palestra Italia e Corinthians.
Ficha da conta histórica
Publicação: A Gazeta | Ano: 1937 | Recorte: Conta corrente do Derby | Período coberto: 1917 a 1936 | Recorte competitivo: jogos de Campeonato Paulista | Balanço publicado: 36 partidas, 20 vitórias do Palestra, 11 do Corinthians e 5 empates | Gols publicados: 73 a 47 para o Palestra | Limite: números refletem os critérios editoriais da época | Acervo: Portal do Palestra.
A lista começa com duas vitórias palestrinas em 1917 e acompanha interrupções, abandonos de campeonato e partidas com efeito especial. O próprio jornal inclui uma nota sobre o primeiro turno de 1930, contado como jogo, mas sem placar e gols atribuídos às equipes.
Esse detalhe mostra por que estatística histórica exige metodologia. Uma tabela não é apenas soma mecânica: depende de decidir o que vale como partida, como tratar pontos entregues e qual competição entra no recorte.
Na recapitulação, o jornal contabilizou 36 partidas, 20 vitórias do Palestra, 11 do Corinthians e cinco empates. Também publicou vantagem de 73 a 47 em gols e uma série de oito triunfos consecutivos do Palestra entre 1930 e 1934.
Esses números descrevem a “conta” feita em 1937. A história do Dérbi Paulista e a galeria atual do Corinthians como adversário utilizam uma base mais ampla e critérios próprios. Comparar as duas fontes é mais produtivo do que forçá-las a coincidir.
O recorte destaca placares máximos e relaciona os anos em que cada clube havia sido campeão desde o início do confronto. Para o Palestra, 1932, 1933, 1934 e 1936 apareciam como parte de uma fase de forte domínio estadual.
A página sobre as maiores goleadas do Palmeiras amplia a consulta dos placares marcantes. Já a temporada de 1936 ajuda a entender o título que motivava a comemoração impressa abaixo da conta do Derby.
Na mesma página, o jornal noticia o banquete oferecido aos jogadores após a conquista paulista de 1936. Estatística e celebração dividem espaço: os números explicavam a rivalidade, enquanto a nota social transformava o título em ritual coletivo.
A história do Palmeiras no Campeonato Paulista oferece a cronologia geral das conquistas. O recorte de 1937 mostra como um título recém-conquistado era relacionado imediatamente ao saldo histórico contra o maior rival.
O recorte é valioso porque preserva uma contagem produzida antes dos bancos de dados digitais. Ele mostra quais jogos estavam disponíveis ao jornal, quais exceções mereciam nota e como a rivalidade era traduzida em saldo, sequência e supremacia.
Na Enciclopédia Alviverde, a página pode ser exibida ao lado do retrospecto atual. A diferença entre as contas não é um problema a esconder: é parte da história de como o futebol brasileiro aprendeu a catalogar o próprio passado.







































