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·27 de abril de 2026

Descartou ser Presidente, criticou governança mas quer SAF no São Paulo

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Em entrevista à Rádio TMC, Olten Ayres negou que será Presidente ou candidato. Além disso, falou que tenta mudar o Estatuto para uma SAF:

“Bom, a governança do São Paulo é muito ruim, é um dos pontos pelos quais nós estamos pretendendo fazer essa reforma, e os atuais ocupantes do Estado Executivo do São Paulo são completamente contra a alteração da governança. Então, nós tínhamos e temos ainda um compliance mal estruturado, nós temos uma comissão fiscal que não tem acesso a documentos, enfim, nós precisamos reformar o Estatuto do São Paulo pra melhorar a governança e melhorar exatamente o que você tá questionando, a capacidade de absorver e concluir sobre malfeitos dentro do clube. E é isso exatamente que a gestão atual não quer, e por isso toda essa celeuma sobre o meu afastamento, onde eles pedem, inclusive, a minha expulsão do São Paulo, por causa de simplesmente eu tentar fazer a reforma estatutária.

Bom, primeiro, eu não sou candidato à presidência do São Paulo. Segundo, a questão do Conselho. O que realmente a torcida reclama do Conselho é que ele é um órgão que atrapalha o clube por essas disputas políticas.

E, na verdade, atrapalha mesmo. A disputa política atrapalha o clube, tira o clube do seu eixo. É por isso que nós acreditamos que uma reforma é necessária para tirar o peso dessas disputas políticas da administração do clube, fazendo com que ele seja mais moderno, que ele tenha mecanismos de decisões mais realistas e que os mecanismos de decisões tenham mais proximidade das questões técnicas que das políticas.

É claro que um Conselho, em qualquer lugar do mundo, sempre terá política. Mas é importante que, cada vez mais, nós nos aproximemos de uma governança mais clara, mais transparente, para que as decisões do São Paulo sejam em favor do São Paulo. Rapidinho, eu só não posso generalizar, como em todo segmento de trabalho, existem aqueles que, de fato, são bons, competentes, comprometidos, e tem aqueles que são ruins, incompetentes.

Então, não dá para generalizar todo mundo que está no Conselho, evidentemente. Só para finalizar, você ainda acha que há caminho, acho que podemos colocar dessa forma, para o quadro associativo, para o modelo associativo, ou não, no São Paulo? Eu, particularmente, isso é uma opinião particular, eu não sou favorável ao modelo associativo no futebol atual. O futebol atual é absolutamente profissional.

Se nós quisermos nos igualar aos grandes times do mundo, nós temos que partir para um modelo empresarial. Muitos jornalistas dizem mas e o Palmeiras e o Flamengo? O Palmeiras e o Flamengo tiveram caminhos diferentes do São Paulo. Hoje nós não conseguiríamos, dentro do modelo associativo, ter condições financeiras, econômicas e técnicas de sobreviver no mesmo nível que os times do mundo.

E nós não podemos caminhar contra uma tendência mundial que é a profissionalização. E não vejo de outra forma a não ser pelo modelo não associativo. Perfeito.”

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