Diniz critica postura inicial e arbitragem após derrota do Corinthians para o Mirassol: “Entramos sem energia” | OneFootball

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·04 de maio de 2026

Diniz critica postura inicial e arbitragem após derrota do Corinthians para o Mirassol: “Entramos sem energia”

Imagem do artigo:Diniz critica postura inicial e arbitragem após derrota do Corinthians para o Mirassol: “Entramos sem energia”
  1. Por Mirella Ramos / Redação da Central do Timão

O Corinthians foi derrotado pelo Mirassol por 2 x 1 na noite deste domingo (3), no Estádio Municipal José Maria de Campos Maia, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro. Após a partida, o técnico Fernando Diniz concedeu entrevista coletiva e analisou o desempenho da equipe, com críticas à postura no primeiro tempo e também à arbitragem.

O treinador apontou uma possível irregularidade no segundo gol da equipe adversária e demonstrou insatisfação com a decisão da arbitragem. “Não sei se vocês prestaram atenção na falta que teve no Garro no segundo gol. É absurdo o cara não chamar. Chamou para tirar a expulsão e não chamou para anular o gol do Mirassol, desabafou”, disse.


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Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians

Na avaliação de Diniz, o principal fator para o resultado negativo foi a maneira como o Corinthians iniciou a partida. O técnico descartou a parte física como justificativa.

“Difícil a gente falar e separar as coisas. Eu acho que a minha queixa, os jogadores sabem disso, é a falta de concentração e ânimo que entramos no primeiro tempo. Eu acho que a gente não pode justificar o que fizemos no primeiro tempo com a questão física.”

“Se o time tivesse começado bem e fosse caído até poderia justificar, mas deveríamos ter entrado mais ligados no primeiro tempo. Foi aí que perdemos a partida na minha opinião. Eu atribuo mais o primeiro tempo… No segundo tempo o time voltou melhor, se fosse uma questão física teria que ter voltado pior. Eu não atribuo a má atuação do primeiro tempo à questão física”, complementou.

O treinador também comparou o desempenho com o jogo anterior da equipe.

“Eu não acho que isso foi o que interferiu, o time como um todo… Começo do jogo principalmente, entramos sem energia. Não é energia física, energia psíquica. Fizemos uma partida brilhante contra o Peñarol, principalmente no primeiro tempo, então tínhamos que ter entrado mais ligados.”

“Não precisava ser brilhante como foi contra o Peñarol, mas não podia baixar a régua como fez no primeiro tempo. O segundo tempo, ok. É um jogo difícil, time bem treinado, campo difícil e a arbitragem contribuiu para que saíssemos com a derrota.”

Diniz explicou a decisão de não realizar alterações no intervalo.

“Eu acho que o primeiro tempo foi (a pior partida). O time voltou melhor no segundo tempo, depois ganhou energia com as mudanças. Quis esperar mais um pouco, não achei que deveria mexer no intervalo. Mudei na hora que achei que precisava mudar.”

O treinador também projetou os próximos compromissos da equipe.

“Vamos avaliar com calma e ponderar todas as questões para escolher o melhor time para jogar na quarta e contra o São Paulo. Temos que pensar o que é melhor na quarta e, ao mesmo tempo, fazer uma estratégia de como chegar no domingo. De quarta para domingo são quatro dias. Vamos ver como os jogadores vão estar.”

Diniz comentou sobre o retorno de Alex Santana e a disputa por posição.

“É um jogador que eu gosto, acompanho há bastante tempo. É um cara muito querido pelo grupo, foi reintegrado. Acho que ele tornou bem, jogou poucos minutos. Vamos ver para frente. Hoje estávamos sem André e Carrillo, tem bastante gente para a posição dele, mas é um jogador que eu gosto.”

Sobre o adversário, o técnico elogiou o trabalho de Rafael Guanaes.

“Sempre difícil de enfrentar. Não é porque esse ano o Mirassol não está bem… Esse ano ele está melhor que ano passado. Sempre difícil jogar contra ele, as equipes são bem treinadas. Torço muito para o sucesso dele.”

Por fim, o treinador destacou a necessidade de evolução na postura da equipe.

“As lições o time vai tirar, não preciso falar quais lições. Uma delas, claramente, é que não podemos entrar com o nível de concentração e energia que entramos. A questão do espírito que é uma coisa que conecta o time com a torcida, com o corintiano. Pode faltar técnica e parte tática, mas questão anímica temos que dar tudo do começo ao fim do jogo”, finalizou.

Agora, o Corinthians voltará aos gramados na próxima quarta-feira (6), às 21h30 (horário de Brasília), para encarar o Santa Fé, no Estádio El Campín, pela quarta rodada da fase de grupo da Conmebol Libertadores. Os comandados de Fernando Diniz possuem 100% de aproveitamento e lideram o Grupo E com nove pontos. Um resultado positivo pode classificar a equipe antecipadamente às oitavas de final.

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