Mercado do Futebol
·05 de fevereiro de 2026
Diogo Alves analisa derrota, fala sobre ‘nível’ do Brasileirão e destaca reconstrução do Atlético

In partnership with
Yahoo sportsMercado do Futebol
·05 de fevereiro de 2026

Pela 2ª rodada do Brasileirão 2026, o Atlético visitou o Red Bull Bragantino, no interior paulista, e saiu com a derrota por 1 a 0, em um jogo sem Jorge Sampaoli à beira do gramado. Com o resultado, o Galo chegou ao 4º ano consecutivo onde não vence nas duas primeiras rodadas do Brasileirão.
Após o fim do jogo, o auxiliar técnico alvinegro, Diogo Alves, analisou a derrota e falou sobre o merecimento do Galo por um resultado melhor fora de casa. O treinador ainda falou sobre a postura diferente do time nos dois tempos, tendo uma melhora significativa na etapa final.
“Não acho que é uma questão postural e sim ocasional. Ao mesmo tempo eu prefiro ver o outro lado da ação, nos últimos jogos a gente conseguiu remontar partidas. Assim foi o clássico, assim foi contra o Palmeiras. Acredito que hoje, de certa forma, em algum momento do jogo, não sei se buscávamos a virada, como foi em outros jogos, mas acredito que a equipe fez um segundo tempo com uma postura bastante diferente daquilo que foi o primeiro. A gente conseguiu enxergar isso rápido no intervalo, fazer as trocas e trazer a energia necessária para poder competir. Acredito que merecíamos uma sorte maior, talvez um empate, um resultado que nos manteria com a invencibilidade bastante importante”, afirmou.
O treinador ainda falou sobre o nível diferente entre o Brasileirão e o estadual, destacando o estilo de jogo padrão do Red Bull Bragantino. Para Diogo, a reconstrução do Galo deixou a equipe um passo atrás das demais, já que o alvinegro ainda não tem um time definido e passa pelo processo da modificação.
O grande desafio é subir, elevar o nível, em jogos que são muito mais complicados do que aqueles que enfrentamos regionalmente. Todos os clubes estão sofrendo ainda neste momento da temporada, salvo algumas exceções, e eu incluo o Red Bull, que mantém uma linha estrutural, de organização e metodologia, de muito tempo. Já as equipes que estão em processo de modificação, de reconstrução, que é o que estamos vivendo hoje, seguramente precisarão de mais tempo para dar uma resposta. Conhecendo o Red Bull, sabemos que eles têm uma rede de clubes que joga dessa maneira, independente do treinador. É uma maneira muito agressiva, que individualiza. Eles acabam fazendo gols roubando a bola no campo do adversário. Então, a questão da bola longa, em certo momento, foi parte do que imaginávamos como estratégia, por uma questão meramente numérica. Se eles pressionam com seis ou sete jogadores, a última linha deles vai ficar exposta.








































