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·01 de março de 2026
Diretor ganha paz diante de inimigos no São Paulo

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Diretor ganha paz diante de inimigos no São Paulo
São Paulo respira aliviado na semifinal do Paulistão: reforços e boa fase calam opositores
O São Paulo chega à semifinal do Campeonato Paulista 2026 com o departamento de futebol em um momento de relativa paz interna, graças à sequência de bons resultados e contratações acertadas. Após um início de ano turbulento marcado por demissões e críticas da oposição no Morumbi, o bom desempenho em campo — como a classificação invicta para a semi contra o Palmeiras hoje às 20h30 na Arena Crefisa Barueri — desarmou o cerco político que rondava o diretor executivo, Rui Costa em continuidade. Reforços e a renovação de Sabino até 2028 e a estabilidade defensiva sob o técnico Crespo trouxeram fôlego, silenciando vozes que cobravam mudanças radicais após escândalos financeiros e saques em camarotes no fim de 2025.
Reforços que deram certo, subida de jovens, início de ano sem histórico crônico de lesões, e a fase ascendente do Tricolor enfraqueceram os opositores ao futebol profissional. Sob a gestão de Harry Massis Júnior, sucedendo Julio Casares, o clube priorizou um planejamento 2026 com atletas rápidos e versáteis, mirando a Sula e o Brasileirão. Rafinha chegou, estabilizou e deu trégua, dividiu atenções, controlou ambiente interno.
Vitórias recentes no Paulistão, incluindo liderança no BR e possibilidade de final do Paulista mostraram evolução tática: defesa sólida com Sabino titular fixo (71 jogos, 3 gols) e meio-campo criativo liderado por jogadores que se destacam. Essa guinada prática calou conselheiros e cartolas que articulavam uma intervenção.
Sabino, peça-chave nessa retomada, simboliza a estratégia vencedora. O zagueiro renovou por mais dois anos em 27 de fevereiro, com gatilhos de performance que podem estender até 2030, após chegar em 2024 do Sport e se firmar como referência sob elogios de Massis e Rui Costa. Sua parceria com Arboleda ou Alan Franco na zaga tem sido crucial para os números defensivos impressionantes — apenas 4 gols sofridos em 7 jogos no Paulistão. Essa estabilidade chega em hora certa para o Choque-Rei de logo mais, histórico equilibrado com 287 jogos (94 vitórias cada, 94 empates), mas com o São Paulo buscando reverter a final perdida em 2022.
Enquanto o foco está no clássico, a trégua política dá ao diretor margem para planejar o ano inteiro sem interferências. Opositores, que pressionavam por demissões após derrotas no fim de 2025 e crises de saídas, agora observam de longe. A boa fase inclui não só o Paulistão, mas projeções para reformulação do elenco com perfil ideal para calendário triplo: Libertadores, Copa do Brasil e Sula. Harry Massis, em reuniões no CT da Barra Funda, reforçou o compromisso com Crespo, apostando em continuidade para 2026.
O São Paulo transforma pressão em combustível: semifinal única hoje define finalista contra o Novorizontino. Para o torcedor são-paulino, é hora de unir forças além das arquibancadas. Com reforços certos e bola rolando a favor, o Tricolor ganha não só pontos, mas paz para sonhar alto — e provar que o cerco foi mesmo desarmado.
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