Esporte News Mundo
·12 de junho de 2026
Donald Trump deve quebrar tradição histórica na estreia dos EUA na Copa do Mundo

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·12 de junho de 2026

A estreia da seleção dos Estados Unidos na Copa do Mundo pode acontecer sem a presença de uma das figuras mais importantes do país. Segundo informações divulgadas pelo jornal The Athletic, o presidente Donald Trump não tem planos, neste momento, de comparecer ao primeiro compromisso da equipe americana no torneio.
Os Estados Unidos enfrentam o Paraguai nesta sexta-feira (12), no SoFi Stadium, pela rodada de abertura da competição. Pessoas ligadas à organização do Mundial e fontes familiarizadas com a agenda presidencial afirmaram que a presença de Trump não está prevista, embora mudanças de última hora não estejam descartadas.
A possível ausência do presidente chama atenção por quebrar uma tradição observada em recentes edições da Copa do Mundo. Em 2022, por exemplo, o emir do Catar esteve presente na estreia da seleção anfitriã. O mesmo aconteceu com Vladimir Putin durante a Copa realizada na Rússia e com Dilma Rousseff no Mundial disputado no Brasil.
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Donald Trump junto de Gianni Infantino, presidente da FIFA (Foto: Mandel NGAN – Pool/Getty Images)
Mesmo sem Trump, o governo americano terá representantes no estádio. O secretário de Estado, Marco Rubio, acompanhará a partida ao lado de integrantes da administração federal. Além do compromisso esportivo, Rubio também tem reuniões previstas com autoridades paraguaias para discutir temas ligados à segurança, comércio e cooperação internacional.
A possível ausência na estreia também contrasta com a forte presença de Trump em eventos esportivos nos últimos meses. Desde seu retorno à Casa Branca, o presidente marcou presença em competições como o Super Bowl, eventos do UFC, a Daytona 500, torneios universitários e até na final da Copa do Mundo de Clubes.
Enquanto a movimentação política chama atenção fora dos gramados, a seleção americana concentra suas atenções na busca por uma campanha histórica dentro de campo. Sob o comando de Mauricio Pochettino, os Estados Unidos apostam no fator casa para tentar repetir, ou até superar, o desempenho alcançado em 2002, quando chegaram às quartas de final do Mundial.







































