Dorival Jr consolida 4-2-3-1 com Luciano e André Silva como “meias” do São Paulo em jogos-treino; Cauly não foi testado nessa posição | OneFootball

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·06 de julho de 2026

Dorival Jr consolida 4-2-3-1 com Luciano e André Silva como “meias” do São Paulo em jogos-treino; Cauly não foi testado nessa posição

Imagem do artigo:Dorival Jr consolida 4-2-3-1 com Luciano e André Silva como “meias” do São Paulo em jogos-treino; Cauly não foi testado nessa posição

Dorival Jr consolida 4-2-3-1 com Luciano e André Silva como “meias” do São Paulo em jogos-treino

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O técnico Dorival Jr começa a dar uma identidade mais clara ao São Paulo durante a intertemporada. Nos jogos-treino realizados, o treinador tem apostado na formação no esquema 4-2-3-1, com uma característica que chamou a atenção: Luciano e André Silva atuando em funções mais recuadas, praticamente como meias ofensivos, dando sustentação ao setor de criação.


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A movimentação da dupla tem sido um dos principais pontos observados nos testes realizados pela comissão técnica. Embora ambos sejam atacantes de origem, Dorival busca aproveitar a capacidade de associação, inteligência tática e chegada à área dos dois jogadores para tornar a equipe mais dinâmica entre as linhas.

Luciano, que já desempenhou essa função em outros momentos de sua passagem pelo clube, tem liberdade para circular pelo centro do campo, participar da construção das jogadas e aparecer na área como elemento surpresa. André Silva, por sua vez, também recua para participar da criação, oferecendo mobilidade e abrindo espaços para as infiltrações dos jogadores de velocidade, tornando-se o principal nome para ser suplente do atual 10.

Estrutura mais equilibrada

O desenho tático utilizado por Dorival conta com dois volantes dando sustentação ao meio-campo, enquanto a linha de três meias ofensivos tem bastante liberdade de movimentação. A ideia é aproximar os jogadores, facilitar a troca de passes e aumentar o volume ofensivo sem perder a organização defensiva. Em nenhum momento, ele utilizou Cauly ali que em tese seria esse armador.

Com essa configuração, o São Paulo consegue pressionar mais alto na saída de bola adversária e, ao mesmo tempo, criar superioridade numérica pelo centro do campo.

Intertemporada serve para ajustes

Os jogos-treino têm sido fundamentais para que Dorival faça testes e ajuste o comportamento coletivo da equipe antes da sequência da temporada. Além da parte tática, o treinador também aproveita o período para recuperar jogadores fisicamente e integrar os reforços ao modelo de jogo.

A tendência é que o esquema 4-2-3-1 seja mantido nas próximas atividades, já que o comandante demonstra satisfação com a resposta apresentada pelo elenco.

Caso a evolução continue nos treinamentos, Luciano e André Silva podem ganhar protagonismo em funções diferentes das que tradicionalmente exerceram, reforçando a proposta de um São Paulo mais móvel, intenso e com maior capacidade de criação no setor ofensivo.

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