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·06 de setembro de 2026
Eduardo Conceição tem nova proposta recusada; a multa explica o não

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O Palmeiras recusou mais uma proposta por Eduardo Conceição. A oferta pelo meia-atacante de 16 anos ficou entre 15 e 20 milhões de euros, algo entre R$ 89 milhões e R$ 119 milhões pela cotação atual, e não chegou perto do que o clube considera um preço de saída. O interessado não foi identificado, e a recusa se soma às outras que a Academia acumulou na janela que acabou de fechar.
O argumento do clube não é novo, e está escrito em contrato. Eduardo tem vínculo profissional até janeiro de 2029, assinado quando ainda era o principal nome da geração da Copinha, e a cláusula para transferências ao exterior é de 100 milhões de euros. Com esse prazo e esse número na mesa, o Palmeiras negocia sem urgência: qualquer oferta abaixo da avaliação interna é recusada sem que o clube corra risco de perder o jogador de graça.
100 milhões de euros
a multa rescisória de Eduardo Conceição para transferências ao exterior, com contrato válido até janeiro de 2029
O nome do garoto circula na Europa desde o início do ano. Em abril, o Verdão já havia recusado uma investida do Newcastle. Depois, PSG e Barcelona foram citados como interessados, sem que houvesse confirmação independente de proposta formal. Em agosto, o cenário já era de valorização acelerada e preço interno próximo de 50 milhões de euros, entre parte fixa e bônus.
Confirmado Atualizado 6 de setembro de 2026
Houve proposta pelo meia-atacante e o Palmeiras a recusou. O clube que apresentou a oferta não foi identificado, e não há negociação em andamento pelo jogador. O contrato até janeiro de 2029 e a multa de 100 milhões de euros seguem em vigor.
Eduardo não foi o único a receber sondagem. Na sexta-feira, o coordenador das categorias de base, João Paulo Sampaio, contou que o clube disse não por Luis Pacheco, Benedetti e pelo zagueiro Koné na mesma janela. Somadas, as ofertas recusadas pelas quatro Crias passam de R$ 160 milhões.
A postura tem sustentação recente. O clube já recusou centenas de milhões por Crias ao longo de 2026 e, no caso de Allan, segurou a negociação com o Manchester City até que os ingleses chegassem ao valor pedido. É essa referência que o Palmeiras usa quando decide esperar, e é ela que explica por que uma proposta de 20 milhões de euros por um jogador de 16 anos não move a mesa.







































