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·02 de setembro de 2026

Efeito Marcão: Fluminense recupera ataque e faz Hulk e Serna renascerem

Imagem do artigo:Efeito Marcão: Fluminense recupera ataque e faz Hulk e Serna renascerem

A chegada de Marcão alterou a produção ofensiva do Fluminense. Em quatro partidas, o time marcou nove gols e passou a encontrar mais soluções no ataque. O número supera os oito gols anotados nos dez jogos finais de Luís Zubeldía.

Naquele período, o Tricolor das Laranjeiras ficou quatro jogos sem marcar. Com Marcão, por exemplo, foram nove gols em quatro partidas, incluindo três contra o Athletico-PR, três diante do Palmeiras e dois sobre o Remo.


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Hulk ganha peso no sistema

Hulk é o principal exemplo dessa transformação. O centroavante tricolor marcou três vezes nos quatro jogos com Marcão e ainda deu uma assistência. A sequência representa quatro participações diretas em gols.

Com Luís Zubeldía, o camisa 7 havia registrado apenas duas em sete partidas. O momento ganhou força justamente nos jogos mais recentes. Hulk marcou na vitória por 2 a 1 sobre o Remo e voltou a balançar as redes no empate por 3 a 3 com o Athletico-PR.

Kevin Serna volta a ser decisivo

Kevin Serna também passou a ocupar espaço maior no ataque. O colombiano havia perdido terreno durante a passagem de Luís Zubeldía, mas voltou a receber oportunidades com Marcão. A resposta apareceu nos resultados.

O jogador marcou na vitória sobre o Palmeiras e novamente diante do Remo, ambos no Maracanã. O colombiano também participou da equipe que empatou com o Athletico-PR. A sequência devolveu ao atacante uma função mais relevante nas ações ofensivas.

Dois jogadores, mais alternativas

A produção de Hulk e Serna ajuda a explicar a mudança no ataque. O Fluminense passou a distribuir melhor as responsabilidades e encontrou gols em diferentes momentos das partidas. A equipe também voltou a contar com Germán Cano entre os marcadores.

Além disso, outros jogadores passaram a aparecer nas jogadas de frente. O efeito é um ataque menos dependente de uma única peça. Marcão conseguiu aproveitar características diferentes para manter a equipe perigosa mesmo durante as mudanças feitas ao longo dos jogos.

Números sustentam a mudança

Os quatro primeiros jogos também mostram uma diferença importante na capacidade de transformar volume em resultado. Contra o Independiente Rivadavia, o Fluminense teve dez finalizações, sua menor marca no período.

Diante do rubro-negro paranaense foram 12, enquanto Palmeiras e Remo registraram 17 e 19, respectivamente. Mesmo sem uma disparada no número de chutes, a equipe conseguiu marcar com frequência.

Esse é o ponto central da comparação com Luís Zubeldía. O ataque não passou apenas a finalizar mais. As principais peças ofensivas passaram a aproveitar melhor as oportunidades desde que Marcão assumiu o Fluminense.

Para Marcão, o próximo passo será manter essa eficiência. Se conseguir, o Fluminense terá um ataque mais confiável para a sequência decisiva do Campeonato Brasileiro e, principalmente, da Copa Libertadores da América.

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