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·24 de junho de 2026
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·24 de junho de 2026
O formato expandido para 48 seleções na Copa do Mundo de 2026 trouxe de volta uma regra que desperta nostalgia nos fãs que acompanharam os torneios entre 1986 e 1994: a classificação dos melhores terceiros colocados.
No entanto, com 12 grupos na disputa atual, a matemática para o mata-mata tornou-se um verdadeiro quebra-cabeça logístico com 495 combinações possíveis.
Com a introdução de uma fase eliminatória extra – os 16 avos de final –, avançam para o mata-mata os dois primeiros colocados de cada chave e os oito melhores terceiros colocados no geral.
A grande tensão é que o chaveamento só será totalmente desvendado após o apito final do último jogo da fase de grupos.
O adversário de uma seleção líder de grupo (como Alemanha, EUA e México, que já garantiram a ponta) muda completamente dependendo de quais chaves fornecerão os oito classificados.
Para definir quem avança no bloco dos terceiros, a Fifa utiliza os seguintes critérios de desempate, nesta ordem:
Pontuação
Saldo de gols
Gols marcados
Fair play (menor número de cartões amarelos e vermelhos)
Ranking da Fifa
De acordo com projeções e simulações do site Opta Analyst, a margem de segurança para sonhar com a vaga gira em torno de três pontos. Confira as probabilidades baseadas no desempenho:
4 pontos: Classificação praticamente certa (99,81% de chance).
3 pontos com saldo positivo: Situação muito confortável (+97% de chance).
3 pontos com saldo zerado: Boas perspectivas (94,8% de chance).
3 pontos com saldo negativo (-1): Risco moderado (84,2% de chance).
2 pontos: Cenário de quase eliminação (apenas 4,66% de chance).
Nesta quarta-feira (24), a definição das três primeiras chaves (A, B e C) começará a desenhar o destino de várias equipes.
Seleções como Tchéquia, África do Sul e Escócia lutam diretamente por essas vagas de repescagem.
No Grupo C, Brasil e Marrocos lideram com quatro pontos e são favoritos para avançar no topo.
A Seleção Brasileira enfrenta justamente a Escócia (3 pontos, saldo zero).
Os escoceses entrarão em campo focados em evitar qualquer prejuízo no saldo de gols, sabendo que um empate ou uma derrota magra pode ser suficiente para colocá-los na próxima fase.
Nas três vezes em que o regulamento permitiu o avanço de terceiros colocados (1986, 1990 e 1994), o Brasil cruzou com equipes repescadas logo nas oitavas de final.
A Seleção eliminou a Polônia ('86) e os EUA ('94), mas amargou uma eliminação histórica para a Argentina de Diego Maradona e Claudio Caniggia no Mundial de 1990.
📸 BRUNO FAHY - Belgaimage







































