City Xtra
·25 de julho de 2026
Enzo Maresca fala sobre capitania do City após saída de Bernardo Silva

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Enzo Maresca confirmou que ainda não foi tomada uma decisão sobre quem sucederá Bernardo Silva como capitão do Manchester City, com o novo treinador apontando três líderes atuais dentro do elenco.
O técnico de 46 anos abordou a questão da braçadeira em sua primeira coletiva de imprensa como treinador do City, reconhecendo que a transferência gratuita de Bernardo Silva para o Real Madrid neste verão criou um vazio de liderança que o clube agora precisa preencher antes da nova temporada.
Bernardo era uma das figuras mais universalmente respeitadas dentro do vestiário do Etihad Stadium, tendo liderado pelo exemplo ao longo de uma década de sucesso sustentado que incluiu múltiplos títulos da Premier League e a tríplice coroa sob o comando de Pep Guardiola antes de sua saída neste verão.
Os comentários de Maresca sugerem que nenhuma decisão imediata será tomada, com o treinador levando seu tempo para avaliar a dinâmica de liderança de um elenco que ele ainda está conhecendo, enquanto a pré-temporada começa na City Football Academy.
Bernardo Silva confirma novo clube após deixar o Manchester City
Falando em sua primeira coletiva de imprensa como treinador principal do Manchester City, Maresca foi direto sobre o atual estágio da decisão sobre a braçadeira dentro do planejamento do clube.
“Ainda não”, disse Maresca, quando perguntado se um sucessor para Bernardo já havia sido definido. “Temos, neste momento, acho que três jogadores com Ruben, Rodri e Erling no grupo de liderança. Provavelmente precisamos de mais alguns, porque Bernardo saiu. Mas vamos decidir sobre isso.”
A identificação de Ruben Dias, Rodri e Erling Haaland como o núcleo do grupo de liderança reflete a senioridade, a experiência e o status de três jogadores que foram centrais em tudo o que o City conquistou nos últimos anos e que seguem representando a espinha dorsal do elenco herdado por Maresca.
O fato de Maresca estar levando tempo para tomar a decisão, em vez de simplesmente entregar a braçadeira ao candidato mais óbvio, aponta para uma abordagem baseada mais na observação do que na suposição — querendo entender completamente a dinâmica do grupo antes de fazer uma escolha que vai moldar a cultura do vestiário pelos próximos anos.
Dias seria a escolha mais convencional para capitão, tendo atuado como uma liderança constante em campo durante sua passagem pelo clube e conquistado amplo respeito tanto dentro quanto fora do elenco. Mas a recusa deliberada de Maresca em confirmar qualquer nome sugere que a disputa segue realmente em aberto.
A chegada de Elliot Anderson como contratação recorde de £116 milhões adiciona outra dimensão ao cenário de liderança no longo prazo, com o próprio Anderson já tendo falado sobre o desejo de ajudar o clube a seguir em frente — uma linguagem de alguém que se vê como uma futura referência, e não como uma presença periférica.
Quer Maresca nomeie um capitão antes do início da temporada ou permita que a braçadeira seja revezada até que uma escolha clara surja do grupo, sua abertura sobre o assunto em sua primeira coletiva reflete a cultura colaborativa e transparente que ele busca construir no Etihad Stadium desde o primeiro dia.
Este artigo foi traduzido para o português por inteligência artificial. Você pode ler a versão original em 🏴 neste link.
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