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·18 de março de 2026

Estádio do Flamengo: Dunshee cobra transparência e expõe risco jurídico em terreno

Imagem do artigo:Estádio do Flamengo: Dunshee cobra transparência e expõe risco jurídico em terreno

O projeto do estádio próprio do Flamengo voltou ao centro do debate político na Gávea. Desta vez, o ex-vice-presidente geral e ex-candidato à presidência, Rodrigo Dunshee, utilizou suas redes sociais para cobrar esclarecimentos objetivos da atual diretoria. O foco da crítica reside na formalização jurídica do terreno arrematado no Gasômetro e no cumprimento de acordos firmados ainda em 2024.

O "nó" jurídico dos CEPACs e a Caixa

Segundo Dunshee, a atual gestão herdou um cenário equacionado, mas que parece ter sofrido retrocessos. O imóvel, fruto de desapropriação da Prefeitura, foi alvo de questionamento judicial pela Caixa Econômica Federal devido aos CEPACs (Certificados de Potencial Adicional de Construção), que impactam o valor real do terreno.


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Para evitar um litígio que poderia durar décadas, um acordo de mediação foi firmado em outubro de 2024 entre o Flamengo, a Caixa, a Prefeitura e a União. Pelos termos citados por Dunshee:

Cobrança por transparência e o prazo de 2036

O ponto de maior tensão na fala do ex-dirigente é a suposta não formalização definitiva deste acordo. Dunshee ressalta que, embora o atual presidente e o Prefeito do Rio tenham anunciado em agosto de 2025 que a solução estava "equacionada" com um horizonte até 2036, faltam respostas claras sobre a validade do que foi pactuado anteriormente.

"É importante que a atual gestão esclareça objetivamente se o acordo firmado em 2024 permanece válido", disparou Dunshee. Ele questiona se houve alteração nos termos e qual é a situação jurídica real do imóvel hoje. Para oposição, o silêncio institucional pode colocar em risco a consolidação da posse e o cronograma de obras do sonho da casa própria.

O impacto no futuro do clube

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