Território MLS
·01 de abril de 2026
Estados Unidos e Portugal finalizam preparação em Atlanta com foco em ajustes táticos e respostas após derrota para a Bélgica

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·01 de abril de 2026

Estados Unidos e Portugal encerraram nesta segunda-feira (30) a preparação para o amistoso desta terça-feira, no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta. O confronto marca o último teste das duas seleções nesta Data FIFA e chega em um contexto importante, principalmente para a equipe americana, que busca respostas após a derrota para a Bélgica.
A seleção dos Estados Unidos iniciou o dia com entrevistas antes das atividades em campo.
Chris Richards, Tim Ream, Malik Tillman e Sebastian Berhalter falaram com a imprensa, abordando o momento da equipe após a derrota para a Bélgica.
Richards voltou aos treinamentos e aparece novamente como opção, enquanto Johnny Cardoso não participou das atividades e já retornou a Madrid, se reapresentando ao Atlético de Madrid, ficando oficialmente fora do amistoso.
Sebastian Berhalter foi questionado sobre o por que de ser tão bom nas bolas paradas e respondeu bem humorado;
“É só treino, eu prometo que não há segredo, é apenas treino.”
Na sequência, a equipe foi a campo para o treino, com 15 minutos abertos à imprensa.
A atividade indicou manutenção da base utilizada contra a Bélgica, mas com ajustes importantes na estrutura.
A escalação provável tem Matt Turner; Tim Weah, Mark McKenzie, Tim Ream e Antonee Robinson na defesa; Tanner Tessmann, Cristian Roldan e Malik Tillman no meio; além de Christian Pulisic, Folarin Balogun e Weston McKennie no ataque.
A ideia segue sendo um sistema híbrido.
Tessmann pode recuar para formar uma linha de três zagueiros, com McKenzie pela direita e Ream pela esquerda. Robinson atua como ala pela esquerda, mas com maior responsabilidade defensiva, enquanto Weah tem liberdade ofensiva pelo lado direito, contando com a cobertura de Roldan.
No ataque, McKennie e Tillman devem atuar próximos, com bastante mobilidade e troca de posições. Já Christian Pulisic aparece como a peça mais livre, podendo flutuar por dentro ou atacar o 1 contra 1 pelas pontas.
Após o treino, foi a vez de Mauricio Pochettino falar com a imprensa.
O treinador afastou qualquer especulação envolvendo seu nome no Tottenham Hotspur, seu ex-clube:
“Não. No momento, não. Acho que estamos muito, muito focados aqui na Copa do Mundo. Estou comprometido com a seleção.”
Horas depois, Portugal seguiu um cronograma semelhante em Atlanta.
A seleção portuguesa iniciou com coletiva de João Félix, que chamou atenção ao comentar sobre o ambiente do futebol nos Estados Unidos em tom provocativo:
“Eu não acredito que eles vivam o futebol aqui. Eles não jogam sob pressão.”
Na sequência, o técnico Roberto Martínez concedeu entrevista.
A pergunta de Luciano Carvalho, do Território MLS, veio após uma fala recente de Carlo Ancelotti — que viralizou nos últimos dias — ao afirmar que “a seleção que sofrer menos gols vai ganhar a Copa do Mundo”.
Martínez respondeu de forma direta:
“No futebol, vence quem faz mais gols do que o adversário. É sobre estilo, jogadores e ideias. Manter o zero ajuda, claro, mas no final, se marcarmos mais que o adversário, vamos vencer.”
Portugal encerrou o dia com treino, também com 15 minutos abertos para a imprensa, em um ambiente mais leve e descontraído.
O amistoso contra Portugal encerra a Data FIFA para os Estados Unidos e representa um teste completamente diferente do enfrentado contra a Bélgica.
Se diante dos belgas o principal problema esteve nas pontas, contra Portugal o desafio tende a ser no meio-campo, setor onde a seleção portuguesa se destaca com um dos trios mais fortes do futebol atual.
Para os Estados Unidos, será mais uma oportunidade de entender seus limites, ajustar o sistema e, principalmente, definir qual caminho seguir pensando na Copa do Mundo.
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