Estêvão minimiza poucas oportunidades no Chelsea: «Tento controlar o que posso» | OneFootball

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·22 de setembro de 2026

Estêvão minimiza poucas oportunidades no Chelsea: «Tento controlar o que posso»

Imagem do artigo:Estêvão minimiza poucas oportunidades no Chelsea: «Tento controlar o que posso»

Foram 148 minutos em campo em seis partidas, apenas 23 minutos em quatro jogos na Premier League, mas Estêvão tenta não deixar a frustração do início de época do Chelsea atrapalhar o seu sorriso no regresso à seleção brasileira.

Convocado para os particulares contra a Austrália e a Índia, depois de ter ficado de fora do Mundial devido a uma lesão, o jovem avançado foi questionado sobre as poucas oportunidades com Xabi Alonso, mas preferiu «sair pela tangente.»


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«Cada treinador tem a sua maneira de jogar, e claro que trabalhamos todos os dias, damos o nosso melhor todos os dias. É isso que eu faço. Temos muitos jogadores de extrema qualidade no Chelsea. O foco está naquilo que eu posso controlar», comentou o jogador, que foi titular em apenas duas partidas até agora, sendo ambas na Taça da Liga Inglesa.

«Tento dar o meu melhor nos treinos, quando tenho oportunidade tento dar o meu melhor. Todas as oportunidades que tive, acho que as tenho agarrado. Tento controlar aquilo que posso e deixar o dia de amanhã nas mãos de Deus», completou, na conferência de imprensa realizada esta terça-feira.

Estêvão também falou das lesões que têm atrapalhado o seu percurso, depois de ter ficado de fora do Mundial com uma lesão na coxa direita e de ter perdido 24 jogos na época passada com cinco problemas físicos que o afastaram dos relvados durante mais de 100 dias.

«Tenho-me cuidado bastante todos os dias. Claro que nenhum jogador quer lesionar-se, por isso é uma coisa que, infelizmente, aconteceu muito no ano passado. Estou a prevenir-me bastante, estou a fazer muita fisioterapia, a cuidar bastante do meu corpo, da alimentação, do sono, coisas que um atleta precisa para render ao máximo em campo. Estar disponível, para mim, é uma alegria imensa, algo que nem sempre tive no ano passado. Só de estar em campo já fico muito feliz», concluiu.

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