OneFootball
·05 de setembro de 2026
In partnership with
Yahoo sportsOneFootball
·05 de setembro de 2026
O início de trabalho do técnico Xabi Alonso no Chelsea tem gerado certa apreensão para o atacante brasileiro Estêvão e seu estafe.
O principal temor do jogador é ver seus minutos em campo reduzidos devido à forte concorrência no ataque e, principalmente, acabar sendo deslocado para atuar como ala no novo esquema do treinador espanhol.
De acordo com o jornalista Renato Senise, da ESPN Brasil, esse cenário não significa que haja um atrito com o comandante ou qualquer desejo de deixar Londres.
A preocupação é natural para o momento, especialmente porque o brasileiro acaba de retornar após cerca de três meses afastado por uma grave lesão muscular na coxa direita, sofrida em abril, que o deixou de fora da Copa do Mundo.
Nas primeiras partidas da temporada, Xabi Alonso apostou em uma formação com três zagueiros.
No ataque, a preferência inicial foi pelo trio formado por Cole Palmer e Morgan Rogers atuando atrás do centroavante João Pedro.
Eles iniciaram as vitórias na Premier League contra o Fulham (3 a 2) e o Brighton (4 a 3).
A dificuldade de Estêvão em ganhar a vaga se explica pelo peso de seus concorrentes:
Cole Palmer: É a principal referência técnica da equipe e ganhou total liberdade de Alonso para flutuar pelo meio.
Morgan Rogers: Chegou ao clube como o maior investimento da história do Chelsea, contratado justamente para ser um dos pilares do novo projeto esportivo.
Com isso, o ex-Palmeiras começou o ano como reserva. Ele entrou apenas nos acréscimos contra o Fulham e não saiu do banco contra o Brighton.
Sua principal chance foi na Copa da Liga, onde foi titular contra o Luton Town e ajudou a construir a jogada do gol que sacramentou a vitória por 2 a 0.
Além do tempo de banco, a exigência tática incomoda, segundo as informações da ESPN Brasil.
O sistema de Alonso exige que os alas cubram todo o corredor lateral e tenham intensa participação defensiva, algo que o português Pedro Neto já foi forçado a fazer.
Esse estilo de jogo limita as melhores características de Estêvão: o drible, a aceleração, a quebra de direção e a capacidade de cortar das pontas para a faixa central.
O curioso é que, durante as negociações quando o atleta ainda estava no Palmeiras, o Chelsea havia sinalizado ao seu estafe que via potencial para desenvolvê-lo por dentro, atuando como um "camisa 10".
Até agora, porém, a promessa brasileira tem sido testada quase que exclusivamente pelos lados do campo.
E aí, o que você acha sobre a situação de Estêvão no Chelsea?
OPINE nos comentários!
📸 Richard Heathcote - 2026 Getty Images
Ao vivo


Ao vivo





































