Jogada10
·06 de janeiro de 2026
Ex-Corinthians e Fla cita Lewandowski como “reforço ideal” na Kings League Nations

In partnership with
Yahoo sportsJogada10
·06 de janeiro de 2026

Ex-Corinthians e Flamengo, Roger Guerreiro não conseguiu ajudar a Polônia em sua primeira edição na Kings League Nations. Afinal, após perder na estreia para a Argélia, os europeus somaram uma nova derrota, desta vez para a Itália, nesta segunda-feira (05/1).
Ao ser questionado pelo J10 após a partida, quem ele traria para ajudar nesta reta final de Kings League Nations, Roger Guerreiro não titubeou em falar o maior nome da história da Polônia e que é um dos presidentes da equipe no torneio.
“O Lewandowski. Ele ia fazer a função de nova e eu ia vir um pouco mais de trás para fazer as tabelas com ele e ia ajudar bastante”, finalizou.
Sem contar com Lewandowski, a Polônia não vem conseguindo desempenhar um bom rendimento nesta Kings League Nations. Roger explicou a diferença do campo para o Fut7 e porque a equipe ainda não encaixou.
“Olha, é bem diferente, né? Quando eu jogava profissionalmente, sempre joguei no meio de campo, vindo um pouco mais de trás. Aqui com uma correria muito grande, o treinador optou por me deixar um pouco mais lá na frente, fazendo ali uma função de falso nove. Mas tentei fazer o meu melhor, ajudar aí a garotada da Polônia. Infelizmente, jogamos dois jogos muito difíceis, com duas equipes muito fortes. Vários jogadores já jogaram Kings League em seus países. A Polônia é a primeira vez que tem essa experiência. Acho que está sendo uma experiência muito bacana. Vamos tentar fazer melhor ainda contra a França no último jogo. Não sei se vai ter alguma chance de pegar a melhor vaga ou o melhor terceiro colocado, mas vamos tentar”, analisou Roger.

Roger Guerreiro vem atuando pela Polônia na Kings League Nations – Foto: Divulgação/Instagram
Agora, a Polônia precisa vencer seu último compromisso contra a França e torcer para uma combinação de resultados para seguir vivo na Kings League Nations. Algo que Roger Guerreiro ainda acredita.
“Primeiro é ganhar o jogo contra a França, torcer de repente para a França perder o seu jogo contra a Argélia também. E aí tentar ganhar deles, e aí eu acho que o critério é diferença, saldo de gols, vamos ver como é que vai ser. A gente tomou aí quatro gols de diferença esse, três no outro, vamos ver como é que vão ficar os outros jogos. Mas o importante é primeiro tentar fazer a nossa parte, que é ganhar da França no último jogo”, finalizou.
Ao vivo









































