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·28 de novembro de 2025

Ex-presidente diz que Textor pegou dinheiro com agiota para salários do Botafogo

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Carlos Augusto Montenegro, ex-presidente do Botafogo, afirmou que está atuando como um pacificador na relação entre o clube social e a SAF. Na última quinta-feira, o associativo solicitou a justiça medidas de proteção na justiça, que acatou. Por conta disso, a SAF agora vai precisar ter uma autorização para poder vender jogadores.

Em entrevista ao site “GE”, o ex-mandatário da conquista do título de 1995 disse que mediu uma conversa entre João Paulo Magalhães, presidente do social, e Thairo Arruda, CEO da SAF. Ele acredita que as duas partes chegaram a um entendimento.


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“A única coisa que eu fiz, e fiz isso ontem, foi ligar para o João Paulo e para o Thairo e botar os dois juntos para conversar. E eles vão chegar a um acordo na Justiça, em cima dessa decisão que o juiz teve, e vão chegar a um acordo o mais rápido possível. Talvez até o início da semana que vem ou hoje.

Além disso, Montenegro ainda disse que o clube associatibo não sabe de nada sobre as finanças. Além disso, acusou John Textor de ter pegado dinheiro com agiota, que negou a afirmação por parte do ex-presidente.

“A gente não sabe, não vê números, ele não mostra, não quer mostrar. Uma auditoria foi feita e a gente não sabe de nada, o clube social não sabe de nada. Então, a gente ouve histórias bárbaras. De que está pegando dinheiro de agiota, pagando juros de 10% ao mês, cara. Para pagar folha. Isso está confirmado, aconteceu.

Montenegro ainda disse que o clube associativo apenas que saber o valor que os jogadores foram vendidos e que o dinheiro vá para o Botafogo. Ele argumentou que isso vai garantir que o dinheiro fique na SAF.

– Poderia, mas a gente não faria isso (bloquear as vendas). O que a gente quer não é saber de negociação, nem do valor do jogador. Só queremos que o valor que for vendido, pode ser qualquer um, não vá para o Lyon, não vá para o caixa único e nem vá para pagar a dívida da Ares. Porque a gente não tem nada a ver com isso. Ele pode vender o jogador por 3, por 8, por 15. O jogador vale 10, eles podem vender por 6. Não tem problema nenhum. Não vamos vetar. A única coisa que a gente quer é a garantia de que esse dinheiro não vá para fora do Brasil. Porque, se ele for para fora, é para pagar a Ares, o clube inglês ou para pagar o Lyon. Ou para reforçar o Lyon, mas são eles que estão nos devendo. A gente quer que esse dinheiro fique na SAF Botafogo, ela pagando investimentos, contratando jogador, pagando as dívidas, os parcelamentos, etc. Só isso. A gente não quer entrar em negociação nem nada. Basta o juiz dizer o seguinte: ‘isso tem que ficar na SAF Botafogo, não pode ir para a intercompany’.

O ex-presidente negou que queira voltar ao clube e que só quer pacificar toda a situação entre as partes. Ele argumentou que tomou essa atitude por conta da briga entre Eagle e Ares.

– Eu não tenho idade, eu não tenho saúde nem tenho vontade para voltar a ser nada no Botafogo. Nada. Minha única vontade é pacificar isso. Eu, como todo mundo, fomos pegos de surpresa com uma briga violentíssima entre os sócios. O João Paulo está há três meses conversando com todos os sócios da Eagle, com a Ares, com tudo, para ver se conseguia pacificar. Ele está achando muito difícil. Está complicado. E ele fala com o Textor também.

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