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·01 de janeiro de 2026

Ex São Paulo e Cotia terminou 2025 como top 10 artilheiros mundiais

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Ex São Paulo e Cotia terminou 2025 como top 10 artilheiros mundiais

Kylian Mbappé encerrou 2025 como o maior artilheiro do futebol mundial, marcando 66 gols em 67 partidas oficiais pelo Real Madrid e pela seleção francesa. O atacante francês superou rivais como Harry Kane, que fez 60 gols em 65 jogos pelo Bayern de Munique, e Erling Haaland, com 57 gols em 55 partidas pelo Manchester City.

Top 10 de artilheiros mundiais em 2025

O ranking dos maiores goleadores do ano ficou assim:​

  • Mbappé (Real Madrid/França) – 66 gols
  • Harry Kane (Bayern de Munique) – 60 gols
  • Erling Haaland (Manchester City) – 57 gols
  • Kevin Hernández – 47 gols
  • Lionel Messi – 46 gols
  • Victor Osimhen – 45 gols
  • Pavlidis – 45 gols
  • Rivera – 40 gols
  • Bissoli – 38 gols

Guilherme Bissoli, revelação de Cotia, deixou o São Paulo em 2019 em meio a uma polêmica envolvendo sua renovação contratual e posterior transferência ao Athletico-PR. O caso gerou suspeitas de irregularidades por parte do clube paulista, que cogitou buscar indenização na Justiça.​

Bissoli chegou ao São Paulo em 2009 e permaneceu até 2018, sendo considerado uma das promessas da base tricolor. Quando seu primeiro contrato profissional de três anos terminou em janeiro de 2019, o São Paulo exerceu seu direito de preferência previsto na Lei Pelé e cobriu propostas do Athletico-PR, mas o atacante recusou a renovação. O principal ponto de atrito foi a questão salarial, já que Bissoli e seu staff acreditavam que o jogador deveria ser mais valorizado financeiramente por ser artilheiro da base. Durante o impasse, Bissoli ficou de agosto de 2018 a janeiro de 2019 treinando isolado no CT de Cotia, longe do elenco principal.

Sem poder assinar com outro clube brasileiro devido à Lei Pelé, Bissoli foi transferido ao Fernando de la Mora, time da segunda divisão do Paraguai, em 2019. Um ano depois, o atacante ressurgiu no Athletico-PR por empréstimo, o que levou o São Paulo a suspeitar de uma “armação” para viabilizar sua ida ao Furacão sem pagamento de indenização. O diretor Carlos Belmonte declarou na época que o clube investigaria se a situação já estava prevista desde o início.

Para evitar disputa judicial, Athletico e São Paulo negociaram um acordo em dezembro de 2020, com o Tricolor ficando com 20% dos direitos econômicos de Bissoli em uma futura venda. Bissoli, que defendeu o atacante anos depois, justificou sua decisão: “Foi uma decisão minha ir para o Athletico, na época. O São Paulo sempre teve grandes jogadores, para quem sobe da base é um pouco difícil se consolidar. No Athletico eu consegui aparecer mais”.

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