Jogada10
·01 de setembro de 2026
Ex-Vasco, Pinilla reconhece problemas na carreira com bebida e vida noturna

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·01 de setembro de 2026

Em entrevista dada para a “Revista Sarah”, o hoje ex-jogador chileno Mauricio Pinilla reconheceu que problemas de comportamento afetaram diretamente em sua carreira. Ao ponto, inclusive, de entender que poderia ter defendido clubes de maior expressão se tivesse “se comportado melhor”.
Pinilla disse que, especialmente nos primeiros anos de carreira, o fato de gostar em excesso das festas e bebidas alcólicas atrapalharam no necessário foco de um atleta profissional. Mesmo que, em treinos e jogos, ele entenda que tenha bom desempenho dadas as circunstâncias.
“Poderia ter me comportado melhor nos primeiros anos (de carreira). Mas não estava nem aí. De 2004, 2005 até 2009. Ali, perdi muito tempo da minha carreira. Poderia ter jogado umas seis ou sete temporadas na Inter de Milão ou em outra equipe de elite. Não me alimentava bem. Gostava de beber, farrear… Não era responsável”, disse Pinigol, agregando:
“Treinava muito bem, não faltava nunca. Uma coisa não estava ligada a outra. Também fazia meus gols, não estava tão mal. Se tivesse sido mais responsável, minha carreira teria sido melhor e poderia ter jogado na Inter por alguns anos.”

Centroavante chileno participou do bicampeonato da Copa América – Foto: Reprodução/Instagram
Ao todo, Mauricio Pinilla defendeu 14 clubes na carreira, sendo a maior parte deles em território europeu. Nesse sentido, defendeu equipes no Chipre (Apollon Limassol) além de Espanha (Celta de Vigo e Racing Santander), Escócia (Hearts), Itália (Atalanta, Cagliari, Genoa, Grosseto e Palermo) e Portugal, no Sporting.
Em território sul-americano, o centroavante jogou em seu país natal (Coquimbo Unido e Universidad de Chile, onde foi revelado) e também no Brasil. A saber, no ano de 2008, Pinilla vestiu a camisa do Vasco em passagem marcada por lesões e somente três jogos disputados, sem gols.
Fato é que, mesmo com a alta rotatividade de equipes, o ex-jogador também deixou sua marca defendendo a seleção chilena. Em suma, ele fez 45 partidas, marcou oito tentos e participou do elenco das históricas conquistas da Copa América em 2015 e 2016.







































