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·05 de março de 2026

Ex-Vasco, Sá Pinto relata tensão no Irã e impacto da crise durante trabalho no Esteghlal

Imagem do artigo:Ex-Vasco, Sá Pinto relata tensão no Irã e impacto da crise durante trabalho no Esteghlal

O técnico português Ricardo Sá Pinto, nome conhecido da torcida do Vasco, abriu o jogo sobre os dias de instabilidade que viveu no Irã enquanto comandava o Esteghlal FC. Em entrevista à RTP, ele descreveu como os conflitos recentes alteraram a rotina no país e exigiram atenção constante de quem trabalhava ali.

O treinador explicou que as manifestações mobilizaram milhares de pessoas e provocaram episódios de repressão por parte das autoridades. Segundo ele, o ambiente nas ruas refletia incerteza e obrigava estrangeiros a redobrar cuidados no dia a dia.


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“Foram momentos difíceis. Havia muita tensão nas ruas e nós tínhamos de ter muito cuidado”, relatou o treinador à televisão portuguesa.

Mesmo em meio ao cenário complexo, Sá Pinto manteve as atividades no clube de Teerã. Ele afirmou que o futebol continuou sendo disputado, ainda que sob clima de instabilidade política que interferia diretamente na rotina.

O Oriente Médio tem vivido dias de bombardeios em meio à escalada militar entre Estados Unidos, Israel e Irã, que começou a produzir reflexos no mundo esportivo. Um dos ataques mais recentes, por exemplo, culminou na morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei. Além disso, há dúvidas sobre a participação da seleção iraniana na Copa do Mundo 2026.

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Português durante sua passagem pelo Vasco no fim de 2020 – Foto: Rafael Ribeiro/CRVG

Sá Pinto após passagem pelo Vasco

O português assumiu o comando do Esteghlal após passagem pelo Vasco da Gama e por outros clubes da Europa e do Oriente Médio. No Irã, ele encontrou uma das torcidas mais numerosas do país e um contexto político delicado que cercava o trabalho.

Antes da experiência em Teerã, o treinador dirigiu o Cruz-Maltino por 15 partidas. O curto período no futebol nacional se encerrou com saldo de três vitórias, seis empates e o mesmo número de derrotas. Além disso, sua equipe marcou 10 gols e sofreu 19.

Ele deixou o clube carioca em dezembro de 2020, após derrota por 3 a 0 para o Athletico, pelo Brasileirão 2020.

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