Revista Colorada
·02 de setembro de 2026
Fabinho respondeu se Inter irá jogar a toalha

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Pontos-chave
Inter em crise: atraso salarial e zona de rebaixamento
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Internacional caiu para a zona de rebaixamento após derrota por 3 a 2 para o Bahia.
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Clube acumula nove rodadas sem vitórias e entrou oficialmente no Z-4.
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Atrasos salariais voltaram à tona e geraram insatisfação dos atletas.
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Executivo Fabinho Soldado afirmou que os atrasos não têm atrapalhado o trabalho do elenco.
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Fabinho cobrou que elenco, comissão técnica e departamento assumam a responsabilidade pela reação.
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Com 13 rodadas pela frente, há pressão para o time conquistar pontos e sair do Z-4.
Após a derrota por 3 a 2 para o Bahia, na Arena Fonte Nova. O Internacional caiu para a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro — e a discussão sobre os atrasos salariais voltou. Em meio à pressão, o executivo de futebol Fabinho Soldado descartou que os problemas financeiros estejam afetando o desempenho do elenco.
Com nove rodadas sem vitórias, o Colorado entrou oficialmente na zona de rebaixamento. O dirigente foi direto ao ser questionado sobre a possível influência dos salários e direitos de imagem pendentes: “Não tem atrapalhado e não vai atrapalhar”, declarou após a partida em Salvador.
“Nunca tivemos problema em relação ao trabalho. Os jogadores sempre trabalharam e se comportaram da forma que um jogador do Inter precisa. Aqui ninguém vai abandonar ou jogar a toalha. Vamos lutar e conquistar os pontos que precisamos.”
Ele garantiu que os valores em atraso não prejudicaram a rotina de trabalho dos jogadores nem sua dedicação nos treinamentos e atividades internas. A manifestação ocorre num momento em que os problemas financeiros do Inter ganharam ainda mais exposição pública, alimentados pela insatisfação dos atletas diante da situação.
O executivo reforçou que a postura profissional do grupo permanece intacta, mesmo em meio à crise. Fabinho disse que nunca houve problema no trabalho, que os jogadores sempre trabalharam. E se comportaram da forma que um jogador do Inter precisa e que ninguém vai abandonar ou jogar a toalha.
Afirmou ainda que o grupo vai lutar para conquistar os pontos necessários.
Com 13 rodadas ainda pela frente no Brasileirão, Fabinho colocou a responsabilidade pela reação nas mãos do elenco, da comissão técnica e do departamento de futebol. O dirigente não deixa espaço para esperar soluções externas e cobra reação imediata dentro de campo.
Fabinho disse que o elenco e a comissão técnica precisam assumir a responsabilidade e trabalhar para tirar o Inter dessa situação já na próxima rodada.
O cenário de urgência aumenta a pressão sobre um time que precisa interromper a sequência negativa e deixar o Z-4 na luta pela permanência na elite do futebol brasileiro.







































