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Papo na Colina

·13 de janeiro de 2026

Família bilionária entra na disputa pela SAF do Vasco e agrada ala da diretoria: “Visão de longo prazo”

Imagem do artigo:Família bilionária entra na disputa pela SAF do Vasco e agrada ala da diretoria: “Visão de longo prazo”

O processo de reestruturação e venda da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Vasco da Gama ganhou um capítulo surpreendente e robusto nesta terça-feira (13). Enquanto as especulações giravam majoritariamente em torno de Marcos Lamacchia, um novo grupo empresarial de elite entrou no radar. Segundo informações divulgadas inicialmente pelo jornalista Danteskoo e repercutidas pelo Podcast Cruzmaltino, a tradicional família Jereissati surge como interessada em investir no clube.


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Quem são os novos interessados?

Capitaneada pelos irmãos Carlos e Pedro Jereissati, a família é uma das mais influentes do cenário corporativo brasileiro. Eles são os representantes do Grupo Iguatemi S/A, gigante do setor de shopping centers e referência em ativos imobiliários de alto padrão.

A movimentação para ingressar na SAF vascaína não é apenas um rumor externo; existe uma “ala da atual gestão” em São Januário trabalhando ativamente para viabilizar esse negócio. Para esse grupo de dirigentes, o perfil dos Jereissati — marcado por governança corporativa, estabilidade financeira e visão de longo prazo — é exatamente o que o Vasco precisa para organizar a casa de forma sustentável, fugindo de aventuras financeiras.

Histórico no Vasco e concorrência

Curiosamente, essa não é a primeira vez que o nome da família circula na Colina. Em 2009, os Jereissati participaram de uma tentativa de estruturar um fundo de investimento para o futebol do Vasco, em parceria com figuras históricas como Olavo Monteiro de Carvalho e Célio Pinto de Almeida. Na época, o projeto visava modernizar a gestão, mas não avançou. Agora, o retorno ao debate sinaliza que o clube continua sendo visto como um ativo estratégico valioso.

A entrada dos donos do Iguatemi na disputa adiciona “peso institucional” ao processo, mas não elimina os outros atores. O empresário Marcos Lamacchia (o “Crefilho”) permanece no radar e ativo nas discussões. O Vasco vive, portanto, um momento decisivo com múltiplos caminhos possíveis para definir seu futuro controlador.

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