Portal dos Dragões
·14 de agosto de 2026
Farioli destaca os 88 títulos do FC Porto após a Supertaça Cândido de Oliveira

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Para o FC Porto, “O FC Porto é um clube enorme, uma grande instituição com imensa história”, enquanto Francesco Farioli considera que “tem sido um privilégio e uma grande oportunidade” liderar “o clube português com mais troféus”. Em declarações à Sky Sports, após o triunfo na Supertaça Cândido de Oliveira, o treinador portista classificou a conquista de 88 títulos como “um feito incrível” e assumiu sentir “uma responsabilidade grande” por conhecer “o que o clube significa para os seus adeptos”.
“A minha responsabilidade enquanto treinador do FC Porto é diferente, crio uma ligação aos adeptos, com o clube e com as pessoas que o dirigem. Neste contexto não basta dar bons treinos no relvado, isso é só uma parte do trabalho”, afirmou o técnico campeão nacional em entrevista à principal emissora desportiva britânica.
Um gigante mundial “Conquistar 88 títulos é um feito incrível que faz do FC Porto o clube português com mais troféus. O FC Porto é um clube enorme, uma grande instituição com imensa história. Quando entramos no Museu vemos os troféus todos, os nacionais e os internacionais… ter oportunidade de representar um clube desta dimensão é um privilégio diário e uma responsabilidade grande, por causa da história do FC Porto e do que o clube significa para os seus adeptos.”
Treinar o FC Porto “Tem sido um privilégio e uma grande oportunidade. Há dez anos estava no Catar, depois fui para a Turquia, França, Países Baixos e agora estou em Portugal, mas também trabalhei em Itália entretanto. Poder trabalhar em tantos países, tantos contextos, em clubes tão distintos com exigências e expetativas tão diferentes… é muito bom para quem quer abraçar novos desafios profissionais, porque somos capazes de nos adaptar a tudo. É possível mantermos as nossas ideias, mas também somos elásticos e conseguimos ajustar-nos às necessidades.”
Responsabilidade acrescida “Quando começas a trabalhar em clubes da dimensão do FC Porto e do AFC Ajax descobres novas aspetos do jogo e percebes o que significa ser o treinador de uma equipa de elite. A minha responsabilidade enquanto treinador do FC Porto é diferente, crio uma ligação aos adeptos, com o clube e com as pessoas que o dirigem. Neste contexto não basta dar bons treinos no relvado, isso é só uma parte do trabalho. Estamos todos a melhorar, a equipa técnica continua a crescer e tem sido uma experiência incrível.”
Sete anos de carreira “Quando comecei a treinar tinha 30 anos e foi algo raro. Lembro-me fui uma das poucas pessoas a ter o privilégio de treinar com essa idade. É uma utopia, porque já é normal vermos treinadores jovens a trabalharem ao mais alto nível. Também é moda, ultimamente, contratar treinadores jovens. O clube que me contratasse não poderia fazê-lo pela minha nacionalidade ou pela minha idade, mas sim pela minha capacidade. Eu nunca quis que me contratassem por ser jovem, por isso é que quis sempre ir mais a fundo e de abrir o livro nas entrevistas de emprego. Acho que as coisas estão a mudar, vai surgir uma nova geração de treinadores, mas eu nunca me esquecerei das gerações anteriores, que têm muita qualidade e muita experiência. Sou-lhes muito grato pelo que trouxeram para o futebol.”







































