Portal dos Dragões
·15 de fevereiro de 2026
FC Porto perde com Benfica no Dragão (2-3) e fica fora da Taça de Portugal

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O Benfica derrotou o FC Porto por 3-2 e garantiu um lugar nos quartos-de-final da Taça de Portugal. Três golos marcados na primeira parte e a capacidade de resistir à pressão portista na etapa complementar foram suficientes para os encarnados prevalecerem na Dragão Arena.
Aos quatro minutos, com o jogo ainda sem oportunidades flagrantes, o Benfica aproveitou a primeira ocasião. João Rodrigues finalizou uma jogada de classe de Roberto di Benedetto, que, após ultrapassar dois adversários, criou espaço na área, desequilibrou Xavi Malián e ofereceu o passe final para o companheiro, que apenas encostou para o 1-0.
As águias ganharam ímpeto e, três minutos depois, Zé Miranda ampliou para 2-0, beneficiando de fragilidades defensivas do FC Porto que lhe permitiram rematar sem oposição desde o centro, deixando Malián impotente.
O encontro ameaçava ficar definido a favor do Benfica, mas o FC Porto reagiu de imediato após o reinício. Gonçalo Alves reduziu com um disparo de longa distância que superou Conti Acevedo, travando o ímpeto encarnado.
Seguiu-se uma sequência de intervenções dos guardiões: Xavi Malián negou um forte remate de Zé Miranda, enquanto Conti Acevedo evitou o empate do lado oposto ao desviar para a base da baliza – com o capacete. Ainda assim, foi o guarda-redes portista quem saiu por cima ao defender um penálti de João Rodrigues pouco depois.
Quase no intervalo, depois de o Benfica ter chegado precocemente à oitava falta, Nil Roca deu alento à equipa ao fazer o 1-3, finalizando um contra-ataque rápido em superioridade numérica.
A segunda parte começou com um FC Porto mais perigoso. Após ambas as equipas terem acertado nos postes, o Benfica cometeu a sua décima falta e Carlo di Benedetto reduziu novamente para os dragões – que dispuseram de seguida de um penálti, mas Conti Acevedo voltou a negar o remate de Gonçalo Alves.
Os azuis e brancos não chegaram ao empate e foram perdendo intensidade, acumulando faltas até atingirem a décima a 13 minutos do final, o que originou livre direto para o Benfica. Zé Miranda não concretizou e o clássico permaneceu em aberto até ao apito final. Quatro remates aos ferros foram a ocasião mais próxima que a equipa de Paulo Freitas teve para forçar o prolongamento.
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