Portal dos Dragões
·24 de agosto de 2026
FC Porto vence Arouca FC e isola-se no topo da Liga

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O FC Porto venceu o Arouca FC por 2-0, este domingo, no Estádio do Dragão, e alcançou a terceira vitória consecutiva na Liga, isolando-se no topo da classificação. Gabri Veiga, responsável pelo primeiro golo da partida, destacou a maior intensidade, recuperação de bola e capacidade ofensiva dos azuis e brancos, considerando que a equipa está a aproximar-se da sua melhor versão.
O médio espanhol explicou ainda que o encontro foi mais complicado na primeira parte, mas sublinhou a reação após o intervalo, com o apoio dos adeptos a revelar-se decisivo.
O balanço dos 90 minutos “Tínhamos preparado bem o jogo frente a uma equipa muito boa. Há que valorizar a Liga portuguesa porque o nível subiu e o Arouca FC é um exemplo disso, tem uma dinâmica muito boa e não é uma surpresa para mim. Sabíamos da importância deste jogo e que tínhamos de estar bem na pressão e intensos nos duelos. Em comparação com as duas primeiras jornadas, fomos mais intensos, recuperámos mais bolas e fomos mais ofensivos. Aos poucos vamos recuperar a nossa melhor versão.”
O peso dos adeptos no triunfo “Na primeira parte eles organizaram-se melhor e foi mais difícil para nós, mas na segunda tivemos muitas oportunidades e o Dragão empurrou-nos. Fomos claramente merecedores da vitória e até podíamos ter marcado mais.”
As indicações dadas ao intervalo “Ao intervalo o mister pediu-nos para finalizarmos melhor e para darmos um melhor seguimento às chegadas à área. Sem rematar, é impossível fazer golos. Temos um plano de jogo que muitas vezes abre o jogo pelo cansaço dos nossos adversários e temos sempre gente no banco pronta para entrar e mexer com o jogo. Na segunda parte abrimos mais espaços.”
O golo marcado com o pé esquerdo, após passe de William Gomes “Não sou ambidestro e é sempre um aspeto a melhorar, mas foi bom marcar com o pé esquerdo e obrigado ao William pela bola que me serviu.”
A importância nas bolas paradas “As coisas estão a correr bem e espero conseguir criar mais danos nas bolas paradas, mas é um aspeto que trabalhamos muito enquanto equipa e ao qual damos muito ênfase. É mérito da equipa quando faço assistências, trabalhamos muito para isso.”
A ligação a Lucho González “Para mim vai ser sempre um espelho para eu olhar, mas a comparação é difícil, ele foi alguém único e histórico no FC Porto, acho que nunca vou chegar ao patamar dele aqui. Falo muito com ele e foi o primeiro a confiar em mim para as bolas paradas. Deu-me muita confiança e foi uma honra para mim. Tenho uma relação muito boa com ele, mas ainda tenho de comer muito, como se costuma dizer.”







































