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·19 de abril de 2026

Fernando Diniz critica atuação, liga alerta no Corinthians e analisa empate fora de casa

Imagem do artigo:Fernando Diniz critica atuação, liga alerta no Corinthians e analisa empate fora de casa
  1. Por Mirella Ramos / Redação da Central do Timão

O Corinthians empatou sem gols com o Vitória na noite deste sábado (18), no Barradão, em Salvador, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o Timão chegou aos 12 pontos e segue na parte inferior da tabela, ampliando a sequência sem vitórias na competição.

Após a partida, o técnico Fernando Diniz concedeu entrevista coletiva e analisou o desempenho da equipe, reconhecendo dificuldades ao longo do confronto, principalmente no setor ofensivo.


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Fotos: Celo Gil/Agência Corinthians

“É difícil jogar aqui, pela sequência de jogos que a gente tem tido. Eu optei para mexer menos no time, para deixar um pouco mais de conjunto. Mas o Vitória, nesse momento da competição, um dos melhores mandantes. Eles tinham cinco jogos em casa, quatro vitórias. Tinha perdido só para o Flamengo 2×1. Tinha ganho os outros quatro jogos. É um jogo diferente aqui, o gramado é alto, é cego. e não favorece muito o jogo de construção. mais rápido. No segundo tempo, eu acho que o primeiro tempo a gente foi muito pouco agressivo. Conseguiu se defender bem, mas teve muito pouca circulação. No segundo tempo, com as trocas, o time foi melhorando. Pegou um pouco mais de vitalidade, um pouco mais de jogador com drible também. A gente poderia ter feito um gol, mas acho que o resultado da partida reflete o que aconteceu no jogo”, iniciou.

O treinador classificou a atuação como a pior desde sua chegada ao clube e apontou fatores que influenciaram diretamente no rendimento.

“Tecnicamente, sem dúvida nenhuma, foi a pior partida desde que eu assumi o time. Mas tinha uma certa previsibilidade pelo número de jogos sequenciais. pelo tipo de gramado que é aqui e o momento que o Vitória vive, principalmente jogando em casa. A gente no segundo tempo, depois no segundo tempo a gente começou. Tem um pouco de um jogo mais parecido com aquilo que eu gostaria que o time fizesse o tempo todo. Os últimos 20 minutos do jogo, os últimos 25, com as trocas mesmo. Mas é um jogo que tecnicamente a gente foi abaixo e ao mesmo tempo defensivamente foi muito bem, que é uma coisa que a gente tem que melhorar. O repertório ofensivo do time. em todas as partidas, inclusive essas, como Foi com vitória que a gente vai pegar outros campos. parecidos durante o campeonato, na Libertadores também fora de casa, e a gente tem que produzir mais”.

Diniz também comentou a situação do Corinthians na tabela e reforçou a necessidade de reação.

“Isso é uma preocupação que eu tenho, que todo mundo tem que ter, de tirar o Corinthians rápido, não só da zona de rebaixamento, mas andar para cima na tabela. Eu não posso falar para trás. A gente teve um jogo atípico contra o Palmeiras, com maior parte do jogo com um jogador a menos e uma boa parte com dois a menos, então foi um resultado que pela circunstância do jogo foi ‘ok’ em casa”.

Sobre a escolha por repetir a base da equipe, o treinador explicou os critérios adotados diante da sequência intensa de jogos.

“Como eu disse, na última entrevista, o jogador não é só músculo e osso, mas também é músculo e osso. É. e outras coisas. E a gente vai avaliando junto com o departamento de fisiologia do clube e conversando com os jogadores para a gente ver a melhor estratégia para poder colocar os jogadores em campo. Então, esperar passar hoje é uma sequência muito dura, principalmente nos últimos jogos. A gente jogou, no caso de hoje, com menos de 72 horas de recuperação, com viagem. Quanto tipo de clima, quanto tipo de campo. Então, uma coisa que a gente vai pensar. A gente tem amanhã e depois de amanhã para escolher o melhor time para jogar contra o Barra e também pensar na sequência da temporada, que logo depois a gente tem o Vasco em casa”.

O técnico também abordou a importância dos jogos neste início de trabalho para avaliar o elenco.

“É muito importante, porque a gente tem treinado nos próprios jogos. Então uma das coisas de não trocar muito time nesse primeiro momento, É que as informações táticas de correções, você começa a trocar muito, você começa a perder algumas coisas. Você ganha algumas coisas, como no caso de hoje, você ganha vitalidade. Uma coisa é você perceber o que está faltando. Tem jogador que jogou os quatro jogos e conseguiu performar bem hoje. No caso do Gabriel Paulista, por exemplo, o Matheus Bidu. Não tiveram nenhum problema de jogar com certa naturalidade o jogo. E tem jogadores sentindo um pouco mais e uns sentindo um pouco menos. É uma engenharia que a gente tem que levar todos os componentes. em consideração para ir escalando o time. Eu sou um cara que eu gosto de repetir time. Eu falei, mas não é que eu gosto de repetir que eu vou repetir sempre o time. Eu vou avaliar e ver qual que o time fica. Quando a gente vai juntar, considerar todos os fatores. Colocar o melhor time para poder ter uma chance maior de ganhar”, completou.

Diniz ainda comentou sobre a utilização de jogadores em funções diferentes, como a presença de Carrillo na lateral direita.

“Hoje foi circunstancial, mas no fundo ele já entrou contra o Palmeiras de lateral direito, quando o Matheuzinho foi expulso. E ele é um jogador, talvez o jogador mais pobre e valente do time. Ele já jogou de lateral em outras partidas nos tempos da carreira dele. E é um jogador que passa muita confiança, que tem muito domínio das posições do campo. Ele treinou também de lateral, não foi uma improvisação. Era uma das possibilidades, o Pedro (Milans) estava um tempo sem jogar e a gente treinou um pouco, sabia que ia ter dificuldade também para aguentar o jogo todo. E pode ser uma possibilidade. Tu falou que ele vai jogar ali, mas se eu achar que ele tem que jogar, o melhor momento do time, inclusive, foi quando ele foi para a lateral, uma das coisas. E com a entrada dos outros, que o Kaio César entrou. Muito vigor físico, o gesto também entrou bem. E a dupla de volantes também, quando trocou, os jogadores estavam muito desgastados. Eu acho que deu uma sentida um pouco no volume de partidas que a gente está tendo sequencialmente”.

Sobre o uso de Breno Bidon mais recuado, o treinador explicou que o atleta tem versatilidade para atuar em diferentes funções.

“Na verdade, o Bidon, a posição dele, ele é um camisa 8, 8,5. Ele também sabe jogar de 10, jogar aberto, como ele jogou, mas entrando. posição que ele jogou mais comigo. Mas já jogou até de 5 aqui o Bidon. Quando joguei uma vez contra o Corinthians, eu acho que era o António Oliveira, o Bidon acho que jogou de 5, se não me engano. Então ele é um jogador que sabe fazer a função, ele não jogou fora da posição. Talvez a posição de 8, eu acho que é a posição que ele mais atuou, tanto no profissional quanto na base”, disse Diniz.

Diniz também avaliou o controle de posse de bola do adversário ao longo da partida.

“Acho que tem método Vitória, tem uma proposta da gente. também de saber aguardar, era para a gente ter pressionado mais o Vitória no primeiro tempo. Mas quando você começa a mexer no time, Eu cheguei no clube faz menos de duas semanas, nem duas semanas, tem dez dias que eu cheguei no clube. Se começar a mexer, os gatilhos de pressão já não ficam tão sincronizados o jogo que a gente gosta de jogar”.

Por fim, o treinador comentou a possibilidade de rodar o elenco nas próximas partidas.

“É uma possibilidade mas não é uma certeza. Como eu disse anteriormente, a gente vai avaliar. A gente tem amanhã e segunda-feira para ver qual que é a melhor estratégia para esse jogo do Barra”, finalizou.

O Corinthians agora volta suas atenções para a sequência da temporada, com compromissos pelo Campeonato Brasileiro e também pela Copa do Brasil.

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