Coluna do Fla
·05 de março de 2026
Flamengo define 2 alvos para substituir José Boto

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·05 de março de 2026

Depois da saída do técnico Filipe Luís, o Flamengo deve fazer mais mudanças no departamento de futebol. Sem clima com os jogadores, José Boto tende a ser demitido em breve. Para a vaga do português, o presidente Luiz Eduardo Baptista analisa dois nomes: Fábio Luciano e Edu Gaspar.
Ex-zagueiro do Flamengo e atual comentarista dos canais ESPN, Fábio Luciano foi sugerido ao clube, e o presidente Bap estuda o nome. Pesa contra o ex-atleta o fato de nunca ter atuado na função, no entanto, o período como capitão do Mengão, de 2007 a 2009, joga a favor. Na ocasião, o ‘xerife’, como era chamado, geria crises e tinha o carinho do grupo de atletas.
O outro nome é de Edu Gaspar. Além de ex-jogador, o executivo trabalhou como dirigente no Arsenal (ING), na Seleção Brasileira e atualmente está no Nottingham Forest (ING). No entanto, o profissional atravessa processo de encerramento de vínculo com o clube. A informação dos dois nomes sondados é da ESPN.
O desgaste de José Boto no Flamengo vem desde o ano passado. Houve ruídos, por exemplo, no processo de renovação de Arrascaeta, também em questões envolvendo De La Cruz e, por último, a forma como Filipe Luís foi demitido. Esses e outros vários pontos geraram distanciamento do português com o elenco.
Assim como fez na demissão de Filipe Luís – que só acabou efetuada após o acerto com Leonardo Jardim –, o Flamengo só vai demitir Boto após definir o substituto. Bap ainda não definiu como gerá o próximo modelo de gestão, com um ou dois profissionais. Assim sendo, a ideia é alinhar um estilo ‘boleirão’ com uma linha mais executiva.
Nesta quinta-feira (05), José Boto participou do início da coletiva de imprensa de apresentação do técnico Leonardo Jardim. Na ocasião, o português chamou a responsabilidade da demissão de Filipe Luís, ocorrida na madrugada de terça-feira (03).
— Quando me convidaram para vir para o Flamengo, o presidente me deu uma série de atribuições. Uma delas era fazer diagnósticos e encontrar soluções. Neste caso, fiz o diagnóstico e dei solução. O presidente aceitou e, como decisor máximo, bateu o martelo. Razões são sempre muitas, dependendo do contexto. Não compete a nós expô-las. É profissionalismo. Como profissionalismo também é tomar decisões difíceis que parecem ilógicas. Nada retira o que o Filipe fez aqui e a carreira brilhante que vai ter como treinador —, explicou, enfim, José Boto.









































