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·16 de abril de 2026
Fosse Otamendi e Mourinho, a polémica já dominava tudo

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O capitão do Sporting, que aprendeu português para falar com os árbitros, decidiu rebentar com a narrativa do treinador e dizer o que toda a gente não quis ver, pois foi o jogo com menos audiência de sempre na Liga dos Campeões nesta fase, segundo dados divulgados após o jogo. Enquanto os comentadores desportivos falam num grande jogo e que não tiveram sorte, numa de limpar a imagem da sua equipa favorita, o capitão do Sporting decide arrasar jogadores como Pote, que se arrastou pelo campo a maior parte do tempo.
Agora imagine se o Hjulmand fosse o Otamendi e o Rui Borges fosse o Mourinho. Hoje havia capas e cartilhas em torno da saída do jogador, do treinador e de que o balneário estava perdido. Como se trata do Sporting, foi um momento de frustração e que era perfeitamente tolerável. Arrasam de um lado e tentam desvalorizar do outro, pois existe um dérbi e um clássico próximos e não convém criar pressão nos meninos.
Hjulmand ficou tão chateado que foi ter com o seu agente mal acabou o jogo. É o apreço que tem para com os seus colegas e clube. Basta ver o que fez no mercado de inverno e depois de ter sido o responsável por o seu país não estar no Mundial, mas ainda assim protegido por uma narrativa que muda conforme a camisola.
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