Portal dos Dragões
·16 de agosto de 2026
Franceso Farioli implacável: “A prioridade é o grupo e não há nada maior do que o FC Porto”

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Francesco Farioli respondeu sem rodeios às questões colocadas após um jogo do FC Porto, centradas nos abraços a Rodrigo Mora e nas declarações do advogado do jogador. O treinador recusou alimentar leituras sobre hierarquias individuais, defendeu a gestão do plantel e colocou o colectivo acima de qualquer caso particular. No centro da mensagem, deixou uma ideia inegociável: “O grupo é a prioridade e não há nada maior do que o FC Porto.”
Num momento em que Rodrigo Mora voltou a estar no foco das perguntas, Francesco Farioli procurou retirar dramatismo aos sinais observados no final da partida e às interpretações que se seguiram. A mensagem do treinador foi consistente: as decisões pertencem-lhe, mas a prioridade não se desvia da equipa.
Questionado sobre os muitos abraços a Rodrigo Mora no final do encontro e sobre se continua a contar com o jogador, Farioli reduziu o episódio à naturalidade de uma vitória.
“No fim do jogo quando ganhamos é normal que todos se abracem, por isso vale o que vale.”
A resposta fecha a porta a conclusões retiradas de um gesto de celebração. Para o treinador, o contexto colectivo explica mais do que qualquer imagem isolada.
Perante as declarações do advogado de Rodrigo Mora, Farioli foi mais longe e contestou a construção de uma narrativa em torno do estatuto do jogador. Sem fugir ao tema, explicou que nunca estabeleceu publicamente uma ordem de escolhas.
“Eu vi os comentários ontem e às vezes gostamos de construir uma narrativa. Nunca falaram comigo nem nunca disse que é a primeira, segunda ou terceira opção. Quando alguém é próximo de ti e vai falar e toma algumas posições, põe a pessoa que está a defender numa posição difícil.”, afirmou. “Tem sido um tema durante toda a última temporada e há esse desejo de construir uma narrativa e eu estou aqui para ajudar os jogadores. Quando temos dois jogadores como o Gabri e o Rodrigo é um privilégio para nós. Não há grande diferenças entre os jogadores e ambos jogaram muito na temporada passada. Todos têm expetativas, mas é a minha decisão, tenho de gerir a equipa e é o que é. Não há muito a comentar porque já repeti esta mensagem muitas vezes. O grupo é a prioridade e não há nada maior do que o FC Porto.”
Farioli reconhece as expectativas que rodeiam os jogadores, mas recusa que elas se sobreponham à sua responsabilidade de gerir a equipa. Entre Gabri e Rodrigo, a leitura do treinador aponta para uma concorrência que considera um privilégio, sempre subordinada à dimensão maior do FC Porto.







































