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·13 de setembro de 2026

Fulham segura o Liverpool, e os Reds de Iraola vão mal em Anfield

Imagem do artigo:Fulham segura o Liverpool, e os Reds de Iraola vão mal em Anfield

Liverpool 0–0 Fulham – Relatório Pós-Jogo da Premier League

Por Steven Smith

Depois de o retorno do Liverpool à Champions League terminar com uma suada vitória por 2–1 sobre o Atlético de Madrid, a equipe de Andoni Iraola voltou à ação na Premier League em Anfield buscando construir em cima desse resultado e manter o embalo desta nova era.


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Em vez disso, os Reds ficaram em um frustrante empate sem gols contra um Fulham que chegou após três derrotas seguidas, mas deixou Merseyside com um ponto valioso.

O Liverpool teve mais posse de bola, mais finalizações e um xG melhor, mas os números não escondem o quão decepcionante foi a atuação. Simplesmente faltaram determinação, urgência e entrosamento ofensivo ao time da casa.

O Onze Inicial

Liverpool XI

GOL – Alisson Becker

LD – Ronald Araújo

ZAG – Virgil van Dijk (c)

LE – Kostas Tsimikas

PD – Víctor Muñoz

PE – Bradley Barcola

Substituições Utilizadas

Milos Kerkez → Kostas Tsimikas (45’)

Alexis Mac Allister → Ryan Gravenberch (60’)

Cody Gakpo → Víctor Muñoz (60’)

Jeremie Frimpong → Ronald Araújo (72’)

Rio Ngumoha → Bradley Barcola (72’)

Gols

N/A

Estatísticas da Partida

Posse de bola – Liverpool 56% | Fulham 44%

xG – Liverpool 1.13 | Fulham 0.71

Total de finalizações – Liverpool 14 | Fulham 10

Finalizações no alvo – Liverpool 3 | Fulham 4

Faltas – Liverpool 11 | Fulham 8

Escanteios – Liverpool 5 | Fulham 8

Primeiro Tempo

A primeira etapa foi frustrante para os torcedores da casa, com o Liverpool controlando a posse de bola sem nunca realmente controlar o jogo.

O Fulham foi compacto, organizado e estava preparado para dificultar, mas o Liverpool facilitou bastante a tarefa do adversário ao não jogar com a velocidade e a intensidade que se esperam sob o comando de Iraola.

A maior preocupação foi o meio-campo.

Ryan Gravenberch e Dominik Szoboszlai são dois jogadores talentosos e com vocação ofensiva, mas pedir que atuem como uma dupla de volantes convencional expôs uma fraqueza estrutural fundamental. Nenhum dos dois oferece naturalmente a autoridade defensiva, a disciplina posicional ou a segurança física exigidas dessa dupla mais recuada.

Isso fez com que Florian Wirtz precisasse recuar mais e trabalhar mais duro para participar do jogo, enquanto Alexander Isak ficou sem receber bolas realmente úteis.

Wirtz novamente se entregou ao máximo, mas muito desse esforço foi necessário porque o meio-campo atrás dele simplesmente não conseguia oferecer a plataforma necessária. O alemão frequentemente precisava ir atrás da bola em vez de recebê-la em zonas perigosas.

Do outro lado, Jérémy Jacquet foi excelente.

O jovem defensor francês fez um ótimo corte em cima da linha logo no início para impedir o gol do Fulham e continuou demonstrando posicionamento e compostura impressionantes ao longo do primeiro tempo. Enquanto os jogadores mais à frente tinham dificuldades para se impor, Jacquet parecia cada vez mais à vontade no coração da defesa do Liverpool.

Tsimikas teve muitas dificuldades e foi substituído no intervalo por Milos Kerkez, com o internacional grego sem conseguir oferecer a qualidade necessária pelo lado esquerdo.

O Liverpool foi para o intervalo sem marcar, e havia uma sensação clara de que algo precisava mudar.

Segundo Tempo

O segundo tempo foi melhor, mas não o suficiente.

Kerkez trouxe mais energia ao lado esquerdo, enquanto a entrada de Alexis Mac Allister deu ao Liverpool mais controle no meio-campo. Cody Gakpo também acrescentou mais criatividade, mas os visitantes continuaram difíceis de furar.

O Liverpool seguiu tendo posse de bola sem conseguir transformá-la de forma consistente em chances claras.

As estatísticas contam a história. Os Reds terminaram com 56 por cento de posse e 14 finalizações, mas apenas três foram no alvo. O Fulham conseguiu 10 chutes e, na verdade, acertou uma finalização a mais no gol.

Isso simplesmente não é suficiente em Anfield.

Isak teve pouquíssimo com que trabalhar. Uma boa finalização de canhota no começo do jogo e uma cabeçada de raspão no fim praticamente resumiram uma atuação em que o atacante sueco esteve bastante isolado.

Barcola mostrou alguns lampejos, mas ainda estava claramente se adaptando aos novos companheiros, enquanto Muñoz teve dificuldades em alguns momentos para criar entrosamento com quem estava ao seu redor.

As entradas posteriores de Jeremie Frimpong e Rio Ngumoha deram mais velocidade e força ofensiva, mas o Liverpool não conseguiu encontrar o gol da vitória.

Iraola teve razão ao mexer na equipe, mas os substitutos acabaram tentando corrigir um problema estrutural, e não apenas dar fôlego novo ao time.

Considerações Finais

Não foi um desastre, mas foi um aviso.

Faltaram ao Liverpool determinação, intensidade e, no fim das contas, a base de meio-campo necessária para transformar o domínio territorial em vitória.

A dupla de volantes formada por Gravenberch e Szoboszlai é a maior preocupação. Ambos são jogadores ofensivos, e nenhum parece adequado para fazer parte de um meio-campo convencional de dois homens encarregado de oferecer proteção defensiva e controlar o espaço à frente dos zagueiros.

Iraola ficou carente nessa área do elenco, e isso precisa ser resolvido.

Um volante de marcação de ofício é indispensável quando a janela de janeiro abrir.

A atuação de Jacquet, porém, foi outro grande ponto positivo. Pelo segundo jogo consecutivo, o jovem defensor foi o principal destaque do Liverpool. Sua ascensão está se tornando um dos desdobramentos mais animadores das primeiras semanas desta nova era.

Ainda há muito trabalho a ser feito.

O Liverpool agora tem um confronto da EFL Cup contra o Tottenham em Anfield na terça-feira, e essa partida deve oferecer uma oportunidade para Trey Nyoni começar como titular. Mais importante ainda, ao entregar uma atuação de especialista no meio-campo defensivo, Nyoni pode mostrar que tem condições de se tornar presença constante nos planos de Iraola.

O novo técnico do Liverpool ainda está montando este time, e o sábado mostrou que o processo está longe de estar concluído.

A intensidade está chegando.

A base defensiva talvez também esteja chegando.

Mas o Liverpool ainda precisa da estrutura certa no meio-campo para fazer todo o resto funcionar.

Palpite Pré-Jogo de Steven Smith:

Liverpool 3–1 Fulham

Placar Final:

Liverpool 0–0 Fulham

Este artigo foi traduzido para o português por inteligência artificial. Você pode ler a versão original em 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 neste link.

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